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	<title>THIAGO RICIERI &#187; Faculdade</title>
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		<title>Only The Brave, by DIESEL: Fotos de Produto</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 15:11:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagoricieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade]]></category>
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		<description><![CDATA[Nosso professor de fotografia nos passou dois trabalhos: escolher e fazer fotos de um perfume (mínimo três) e de moda, de qualquer marca a escolher. Eu e meus comparsas, Daniel Kendi (@danielkendi) e Gilberto Santiago (@gilsantiago), já fizemos a primeira foto, de produto, e escolhemos o famosíssimo Only The Brave, da DIESEL. Descobrimos que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/post.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-476" style="border:1px solid #ccc" title="post" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/post.jpg" alt="Fotos do perfume Only The Brave, da DIESEL para trabalho da faculdade" width="580" height="196" /></a></p>
<p>Nosso professor de fotografia nos passou dois trabalhos: escolher e fazer fotos de um perfume (mínimo três) e de moda, de qualquer marca a escolher.</p>
<p>Eu e meus comparsas, Daniel Kendi (<a title="Twitter do Daniel" href="http://twitter.com/danielkendi">@danielkendi</a>) e Gilberto Santiago (<a title="Twitter do Gilberto" href="http://twitter.com/gilsantiago">@gilsantiago</a>), já fizemos a primeira foto, de produto, e escolhemos o famosíssimo Only The Brave, da DIESEL.</p>
<p><span id="more-472"></span></p>
<p>Descobrimos que o próprio perfume já tinha três conceitos, de acordo com a posição do frasco, então fotografamos estes três conceitos de um único ângulo.</p>
<p>Depois de um pouco de tratamento, com a ajuda do Jonatan Xavier (<a title="Twitter do Jonatan" href="http://twitter.com/jonatanxavier">@jonatanxavier</a>), as fotos ficaram assim:</p>
<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/Courage.jpg"><img style="border: 1px solid #ccc;" title="Only The Brave: Courage" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/Courage.jpg" alt="Only The Brave: Courage" width="580" height="609" /></a></p>
<p>Only The Brave, conceito Coragem. O punho erguido.</p>
<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/Force.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-474" style="border: 1px solid #cccccc;" title="Force" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/Force.jpg" alt="Only The Brave: Force" width="580" height="609" /></a></p>
<p>Only The Brave, conceito Força. O punho em soco.</p>
<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/Self-Afirmation.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-475" style="border: 1px solid #ccc;" title="Self-Afirmation" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/Self-Afirmation.jpg" alt="Only The Brave: Self-Afirmation" width="580" height="609" /></a></p>
<p>Only The Brave, conceito Auto-afirmação. O punho em posição de OK, afirmação.</p>
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		<title>Mensagem inspiradora de fim de ano</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 12:20:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagoricieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Faculdade]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Cheguei ao final de um semestre letivo, graças aos céus sem nenhuma nota baixa! Agora terei noites livres para investir em outros assuntos pessoais. Achei muito legal o que o nosso professor de Leitura e Produção de Textos, Marcus Vinícius Santos Kucharski, mandou de mensagem de fim do ano para a turma. Palavras inspiradoras para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cheguei ao final de um semestre letivo, graças aos céus sem nenhuma nota baixa! Agora terei noites livres para investir em outros assuntos pessoais.</p>
<p>Achei muito legal o que o nosso professor de Leitura e Produção de Textos, Marcus Vinícius Santos Kucharski, mandou de mensagem de fim do ano para a turma. Palavras inspiradoras para uma nova turma talentosa de comunicação social (Publicidade e Propaganda e Jornalismo).</p>
<p><em><br />
Gostaria de dizer que foi um prazer trabalhar com vocês, ainda que o semestre possa ter sido cheio de trabalhos e, por isso mesmo, um pouco cansativo.</p>
<p>Vocês deixaram transpirar o tempo todo o quanto a turma é criativa e pronta para deixar todos surpresos com o que consegue fazer, e esta foi a melhor coisa de todas no semestre. Sempre soube que estava lidando com um grupo especialmente capaz.</p>
<p>Não se esqueçam de que a profissão que vocês escolheram vai fazer de vocês profissionais da linguagem, antes e acima de qualquer outra coisa. Sua função será comunicar, traduzir em múltiplas linguagens valores, discursos, vontades, desejos, e precisarão ser muito proficientes e precisos nisso. Creiam: vocês serão muito cobrados por essa precisão, no curso e, mais ainda, &#8220;lá fora&#8221;. Por melhor que sejam suas idéias, por melhor que vocês construam um layout, por melhor que sejam na criação e manipulação de imagens e sons, é sua competência com a linguagem coesa, coerente, precisa, bem construída que definirá a qualidade final do seu trabalho. Por isso é que peço que usem sua capacidade sempre em &#8220;força máxima&#8221;, pois é a única forma de acostumar nosso cérebro a sempre trabalhar em nível alto.</p>
<p>Repito: como turma e individualmente, vocês não deixam dúvidas quanto ao seu potencial. Por isso, com alguns anos de experiência acadêmica a mais do que vocês neste momento, permito-me deixar uma mensagem/recado muito simples, mas muito séria: somos avaliados a todo momento, então não dá pra ficar pensando que &#8220;na hora em que eu precisar, vou fazer o máximo&#8221;. Nunca somos muito bons para &#8220;sacar&#8221; a hora exata em que nosso futuro está em jogo, e daí vem a lição derradeira: ele está em jogo a cada dia, a cada minuto, a cada disciplina na faculdade, da mesma forma como estará a cada simples flyer ou monstruosa campanha de TV que desenvolvermos no mercado.</p>
<p>Lembrem-se de que o primeiro comercial que Washington Olivetto criou para seu primeiro empregador, quando ainda era quase um pós-adolescente, foi primeiro lugar no Festival de Cannes. Capacidade, sim, mas, mais do que tudo, política pessoal de fazer sempre o máximo, não importa quando ou para qual atividade/cliente. Busque assumir essa atitude com todas as disciplinas vindouras, todos os trabalhos que precisar fazer na faculdade e, depois, agradecerá a si mesmo os sacrifícios que precisará fazer.</p>
<p>Vocês estão no melhor curso de Comunicação de Curitiba. Façam isso valer a pena!</p>
<p>Abraços para quem já passou, ótimas férias e, para quem ainda fica comigo mais uma semana e meia, força pra &#8220;limparmos a lousa&#8221; rapidinho.</p>
<p>Abraços e sempre à disposição,<br />
Prof. Marcus<br />
</em></p>
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		<title>Crônica: Apresentada em sala de aula, sobre hipocrisia</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 22:40:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagoricieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Faculdade]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[criação]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um trabalho para a faculdade, dessa vez me coube escrever uma crônica! De acordo com o próprio professor, as crônicas de nossa sala foram as melhores que ele já havia escutado. Aliás, ajudou-o a &#8220;refrescar os ouvidos&#8221; depois de ter corrigido provas do ENADE. Não só minha crônica, mas também de todos meus colegas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-422" style="float: left; margin: 0 1em 1em 0;" title="Cronica-Hipocrisia" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/cronica.jpg" alt="Cronica-Hipocrisia" width="160" height="160" />Mais um trabalho para a faculdade, dessa vez me coube escrever uma crônica!</p>
<p>De acordo com o próprio professor, as crônicas de nossa sala foram as melhores que ele já havia escutado. Aliás, ajudou-o a &#8220;refrescar os ouvidos&#8221; depois de ter corrigido provas do ENADE.</p>
<p>Não só minha crônica, mas também de todos meus colegas de turma, estão publicados no blog <a href="http://lapisinvisivel.blogspot.com/" target="_blank">Lápis Invisível</a>, publicado pelo nosso professor Marcus Vinicius Santos Kucharski.</p>
<p>Só para nota, ao final da crônica há uma contradição. E ela é proposital.</p>
<p><span id="more-402"></span></p>
<h2>Hipocrisia</h2>
<p>A parte mais emocionante de passar por uma confusão violenta é que não dá para confiar na previsão do comportamento dos outros. Raiva e inconformidade fazem aqueles que apenas pensavam, falarem as suas idiotices.</p>
<p>A confusão por si só não tinha motivos. Ao que parece, um bandido tentou assaltar um estabelecimento de venda de refrigeradores na Brasílio Itiberê, a polícia foi chamada e agiu rápido, prendendo o gatuno uns cinco minutos antes de eu chegar na esquina. As pessoas ao redor, que me faziam companhia como observadores do evento, repetiam em uníssono &#8220;Que que é isso?!&#8221;.</p>
<p>_Que que é isso?! &#8211; eu falei.</p>
<p>Isso, depois da ação da polícia, é o que acontece quando algumas pessoas têm a oportunidade de descarregar a revolta da injustiça que percebem em suas vidas. O bandido, deitado no chão da calçada, de cócoras e queixo colado ao peito, protegia-se da agressividade gratuita dos comerciantes da loja de refrigeração e do açougue ao lado. Os golpes alternavam entre chutes e adjetivos. Eu já estava passando pela frente, diminuindo para a segunda marcha enquanto virava o pescoço para assistir a cena. O meliante tentava levantar-se, mas era logo devolvido a sua posição indefesa por aqueles que o cercavam.</p>
<p>A polícia cuidava para manobrar o carro na calçada e quando o fizeram, um dos agentes da lei se aproximou do bandido algemado, pegou em seu braço e o levou para a cabine do automóvel. Coloquei o carro na entrada do estacionamento, que por infeliz coincidência fica ao lado do açougue e a frente de um departamento do governo. Saí do veículo a tempo de presenciar a segunda cena de violência daquela tarde.</p>
<p>Ao que deu para entender, um dos motoboys que estavam do outro lado da rua começou a desafiar os policiais e os açougueiros, no sentido de que eles não teriam coragem para insultar o bandido, se não estivesse preso. A plenos pulmões ele bradava, com apoio de seus colegas, e nesse ponto não era somente a adrenalina do bandido que estava alterada. Os açougueiros compraram a provocação e o bate-boca chegou mais próximo do bate do que da boca.</p>
<p>Eu sai do carro para entregar a chave ao manobrista do estacionamento, o qual estava, como todos os demais, assistindo boquiaberto o episódio daquele fim de tarde. Motoboys seguravam os capacetes com os braços erguidos na intenção de desferir um golpe aos que se aproximavam. Chutes, socos, capacetadas, insultos recheavam a confusão e um dos motoboys acabou caindo no chão, bem como antes caiu o ladrão. Os policiais entraram em cena para apartar a briga e socorrer aquele que fora pisoteado pelos açogueiros. Só vi ele se levantando, com o semblante tingido de vermelho-sangue, respirando com dificuldade.</p>
<p>Eu, que de bobo não tenho nada, mantive uma distância segura disso tudo. Quando o problema parecia ter sido controlado, continuei com meu caminho. Pelo menos meu carro não foi arranhado.</p>
<h2>Idéia de Crônica</h2>
<p>Uma última nota, ontem depois da aula, a caminho de casa no ônibus com minhas colegas Laís e Tássia, o ônibus parou subitamente. O que aconteceu em suma foi uma assalto que ninguém viu e se viram, não fizeram nada. Como teve uma crônica de um dos meus colegas que fala sobre como as pessoas estão acostumadas com a violência nas suas voltas, nos veio a idéia de escrever uma crônica sobre o evento inusitado.</p>
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		<title>Anúncio para Molho de Pimenta Tabasco</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 22:36:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagoricieri</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Faça um anúncio do Molho de Pimenta TABASCO, em formato A3 digital, para apresentação e defesa em sala&#8221;. Escolhi por fazer três opções diferentes, duas que abordam o próprio molho de pimenta e outra mais que anuncia outro produto da marca TABASCO, a Spicy Tequila. Para quem não sabe TABASCO é um molho de pimenta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-417" style="float: left; margin: 0 1em 1em 0;" title="tabasco" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/tabasco.jpg" alt="tabasco" width="160" height="160" />&#8220;Faça um anúncio do Molho de Pimenta TABASCO, em formato A3 digital, para apresentação e defesa em sala&#8221;.</p>
<p>Escolhi por fazer três opções diferentes, duas que abordam o próprio molho de pimenta e outra mais que anuncia outro produto da marca TABASCO, a Spicy Tequila.</p>
<p>Para quem não sabe TABASCO é um molho de pimenta reconhecido mundialmente, com diferentes sabores desde o mais suave ao mais ardente.</p>
<p><span id="more-406"></span><br />
No anúncio que segue, o primeiro que apresentei, eu explorei o ditado popular &#8220;Pimenta nos olhos dos outros é refresco&#8221;. Ora, aplicar TABASCO nos olhos dos outros é um desperdício, tem-se que aplicar na comida, para dar aquela vida, aquele toque especial do condimento! Escolhi a imagem do frasco que por si só é icônico, como a garrafa da Coca-Cola (encontrei pinturas do frasco, muito boas por sinal).</p>
<p>A frase construída foi portanto &#8220;Pimenta nos olhos dos outros é desperdício de TABASCO&#8221;, acompanhado do título &#8220;Molho de Pimenta TABASCO, usado em pizzas, churrascos e feijoadas em mais de 160 países&#8221;. OK, feijoada é um prato tipicamente brasileiro, mas como o anúncio seria veiculado no Brasil, nada mais digno de incluir nossa culinária o anúncio.</p>
<p><strong>Nota:</strong> me chamaram atenção que eu poderia brincar um pouco mais, porque TABASCO é um cliente que dá um espaço maior para a criação. Frases como &#8220;TABASCO nos olhos dos outros é desperdício de sabor&#8221; seria mais apelativo, e eu concordo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-414" title="Tabasco-Pimenta-nos-olhos-w590" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/Tabasco-Pimenta-nos-olhos-w590.jpg" alt="Tabasco-Pimenta-nos-olhos-w590" width="590" height="835" /></p>
<p>O próximo faz uso do mesmo ditado, agora para mostrar a tradição do molho, como um compromisso com a qualidade. A arte usa de aspectos indiciais, juntando os símbolos pimenta e refresco, usados na frase principal. A tradição da marca é reforçada pelo título subsequente &#8220;Molho de Pimenta TABASCO, O molho de pimenta que faz sua comida cantar, desde 1868&#8243;.</p>
<p><strong>Nota:</strong> Em aula, e eu até admito, a palavra &#8220;cantar&#8221; está mesmo um tanto perdida neste contexto, pra não falar totalmente fora. Não quis corrigir porque a intenção aqui foi publicar exatamente o que foi apresentado em sala.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-413" title="Tabasco-Desde-1868-w590" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/Tabasco-Desde-1868-w590.jpg" alt="Tabasco-Desde-1868-w590" width="590" height="835" /></p>
<p style="text-align: left;">Por último, mas não menos importante, o anúncio de outro produto da marca TABASCO. TABASCO Spicy Tequila é uma bebida que pode ser usada em diversos drinks, para adicionar um sabor mais peculiar a bebida. Peguei o conceito do &#8220;Bloody Mary&#8221; e dei mais vivacidade, literalmente, usando o trocadilho &#8220;bloody&#8221; (sanguinário).</p>
<p style="text-align: left;">Este teve ajuda do meu super colega designer <a title="Twitter do Jonatan Xavier" href="http://twitter.com/jonatanxavier">Jonatan Xavier</a>, que deixou a arte ainda mais expressiva e impressionante!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-412" title="Tabasco-BloodyMary-w590" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/Tabasco-BloodyMary-w590.jpg" alt="Tabasco-BloodyMary-w590" width="590" height="835" /></p>
<p style="text-align: left;">
]]></content:encoded>
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		<title>Criação de Mitos na Publicidade</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 23:09:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagoricieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Faculdade]]></category>
		<category><![CDATA[apresentação]]></category>
		<category><![CDATA[campanhas]]></category>
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		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sal Randazzo]]></category>
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		<description><![CDATA[Um trabalho em grupo que tive que fazer este semestre na Unicuritiba foi um estudo e apresentação sobre o sexto capítulo do livro &#8220;Criação de Mitos na Publicidade&#8221;, de Sal Randazzo, 1996. O sexto capítulo abre a terceira parte do livro, que trata da aplicação dos métodos estudados nas duas partes anteriores na prática. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-375" style="margin: 0 1em 0 0; float: left;" title="mito" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/mito.jpg" alt="mito" width="160" height="160" />Um trabalho em grupo que tive que fazer este semestre na Unicuritiba foi um estudo e apresentação sobre o sexto capítulo do livro &#8220;Criação de Mitos na Publicidade&#8221;, de Sal Randazzo, 1996. O sexto capítulo abre a terceira parte do livro, que trata da aplicação dos métodos estudados nas duas partes anteriores na prática. O início do processo não poderia ser mais obvio: coleta de informações, percepções e idéias. Descobre-se quem é o consumidor, qual é seu sistema de valores, por que ele usa determinados produtos ou serviços e o modo como os usa. O conjunto de todas estas informações culminam na definição da identidade da marca e auxiliam no esboço da personalidade da marca. No final de nosso estudo sobre o capítulo, expomos o contra-ponto entre a abordagem de Randozzo e o que está sendo feito atualmente pelos profissionais de publicidade, afinal o livro é antigo e muita coisa já foi produzida por outros especialistas na área, as quais decidimos levar em conta ao produzir o trabalho.</p>
<p>O trabalho aqui não é definitivo e convido você a juntar-se nesta conversa. Sinta-se a vontade para colaborar com a discussão: basta juntar-se ao blog (na caixa na barra lateral a esquerda) e entrar em contato comigo, para expor sua opinião.</p>
<p><span id="more-368"></span></p>
<p>Na opinião do autor, cada comercial, cada anúncio, deveria ser pensado como uma mitologia publicitária individual destinada a colaborar com a construção da mitologia global da marca. Concordamos com ele. Táticas para conseguir resultados a curto prazo são muito mais eficazes do que tentar empenhar um esforço publicitário no projeto. Isso porque o poder do profissional de publicidade, como descrito no segundo capítulo de seu livro, é equivalente ao xamã das culturas antigas, e dele estende a responsabilidade de propagar imagens mitológicas na sociedade contemporânea.<br />
Sendo assim, salvo todas as considerações acerca do assunto, o profissional de publicidade deve saber para quem está falando. Uma mensagem homogênea não é mais eficaz na atualidade e de fato traria apenas prejuízo. Quanto a traçar o perfil do consumidor da marca, Sal Randazzo parte do princípio mais genérico ao mais específico, baseando-se em três divergentes: Quem, Por quê e Como.</p>
<h2>Quem</h2>
<p>Em Quem, o autor expõe a necessidade de coleta primariamente dos dados demográficos do público-alvo. São eles homens ou mulheres? Qual sua faixa etária? De que faixa salarial dispõem? Outras tantas perguntas ajudam a definir quem consome a marca, mas não são suficientes. Se comparássemos o processo ao monstro de Frankeinstein, diríamos que os dados demográficos são analogamente equivalentes ao seu corpo. Sua consciência, assim que vivo, revela a necessidade de outra medida, qualitativa: os dados psicográficos.</p>
<p>Não mais uma fatia bem selecionada do mercado, chegamos a pergunta: qual o estilo de vida e valores do nosso público de consumidores? Bem como no romance Mary Shelley, o monstro ao ganhar vida estabelece-se de uma consciência humana e um modo de ver o mundo únicos. Esta consciência dita a diferença, por exemplo, de algumas pessoas com dinheiro suficiente para comprar carros de luxo nem sempre escolherem um Porsche.</p>
<p>Em um mergulho ainda mais profundo, numa abordagem etnográfica, podemos entender e perceber razões que pesquisas qualitativas em cima dos dados demográficos e psicográficos não revelariam. Um vídeo bem interessante sobre o assunto é este a seguir, que faz parte da campanha &#8220;Traga o Amor de Volta&#8221; (Bring Back the Love) da plataforma de publicidade da Microsoft. Nele, uma consumidora (Consumer) pede o divórcio para seu marido-anúnciante (Advertiser).</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="473" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/0-lftWIqKsU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="473" src="http://www.youtube.com/v/0-lftWIqKsU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-373" style="margin: 0 1em 0 0; float: left;" title="800px-hierarquia_das_necessidades_de_maslow" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/800px-hierarquia_das_necessidades_de_maslow-150x150.png" alt="800px-hierarquia_das_necessidades_de_maslow" width="150" height="150" />Ora, como poderia Victor Frankeinstein prever o comportamento de sua criatura sem ao menos ter passado um tempo ao seu lado, estudando seus comportamentos? Apenas ter uma idéia de como funciona a cadeia de valores dos consumidores não nos abastece de informações suficientemente valiosas para a criação de mitos duradouros.<br />
Até o momento, com as ferramentas apresentadas por Sal Randazzo, conseguimos criar uma segmentação do nosso público-alvo. Esse processo, quando abrange uma série de diferenças e similaridades e é ampliado em escala global, tem o nome de macrossegmentação. Há modelos construídos por grandes instituições, usados em grandes análises de mercado. Dentre os apresentados pelo autor, temos o modelo VALS, e sua mais recente versão, o VALS-2, e o modelo Prizm.</p>
<p><img class="size-thumbnail wp-image-374 alignright" style="margin: 0 1em 0 0; float: right;" title="VALS" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/VALS-150x150.png" alt="VALS" width="150" height="150" />O modelo VALS tem fundação na Hierarquia de Necessidades Humanas de Abraham Maslow e traz oito categorias na qual a população pode ser encaixada, de acordo com suas necessidades e recursos. O modelo Prizm recorre ao código postal americano e aos blocos resultantes do censo para segmentar geograficamente a população americana em quarenta diferentes categorias. Os modelos de macrossegmentação são bem elaborados e alguns publicitários chegam a confiar demasiado neles. Aliás, algumas agências até criaram seus próprios modelos. Mas o alerta aqui é que devemos usar estes de forma heurística, antes como complemento do que substituto do próprio julgamento.</p>
<p>Reunimos em nossa apresentação dois comerciais, muito interessantes por sinal, que nos mostram o poder de uma comunicação direcionada. Quando conhecemos nossos consumidores, podemos criar argumentos de vendas que atingem o emocional.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="473" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/kRWNHxcQVwI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="473" src="http://www.youtube.com/v/kRWNHxcQVwI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Neste exemplo que apresentamos em sala, homens usam de cachorros adoráveis para criar moral perante as mulheres. É a idéia de que &#8220;Homens nunca mudam&#8221; que direcionou este comercial focado no público masculino.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="361" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Fao8oEsKjPA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="361" src="http://www.youtube.com/v/Fao8oEsKjPA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Neste comercial, a Apple fala para os estudantes de faculdade. Usa-se de um fato comprovado (a popularidade de seus computadores entre esse público) para criar esse cômico diálogo da série &#8220;Get A Mac&#8221;.</p>
<h2>Por Quê</h2>
<p>O segundo passo na investigação sobre o consumidor é entender o motivo pelo qual ele usa o produto. Neste momento a palavra-chave é Por quê. Há formas bem diretas de fazer isso, indagando objetivamente o consumidor na procura por respostas. Mas&#8230; podemos mesmo confiar no que o consumidor fala?</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="361" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/nNOExDrsdbg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="361" src="http://www.youtube.com/v/nNOExDrsdbg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Nesta célebre citação, Doutor Gregory House, da série de TV americana House M. D., diz tudo. O consumidor via de regra usa de atributos físicos e benefícios do produto para responder este questionamento, ao passo que sua verdadeira razão, aquela mais oculta e emocional, permanece impronunciada.</p>
<p>Precisamos, portanto, nos enredar dentro do conjunto de crenças do consumidor, uma <strong>dinâ</strong><strong>mica desenvolvida</strong> por D’Arcy, Masius, Benton &amp; Bowles (DMB&amp;B), agência adquirida pela Publicis. Esta dinâmica é basicamente um brainstorm. Ela atua no nível do produto, razões racionais relacionadas ao produto, e no nível emocional, razões ocultas de se usar o produto. O pessoal envolvido, dentre clientes e publicitários, geram um mapa de crença, através do qual podemos compreender com mais clareza a razão que motiva o consumidor a utilizar o produto ou serviço em questão. Por exemplo, a revista Time passou por um momento em que precisava solucionar o problema de seus assinantes não estarem renovando a assinatura da revista. Percebeu-se, após pesquisa, que o porquê disso estava na falta de tempo das pessoas em lerem a Time. Através de uma campanha que demonstrava os benefícios do consumidor em aderir a assinatura da revista, que incluía argumentos racionais como aumento de conhecimento e mais capacidade de engajamento político, econômico e social contemporâneo, a agência encerrou com a seguinte frase de efeito: “Get a time for Time (Arrume um tempo para a Time)”.</p>
<p>Um exemplo interessante que também apresentamos em aula foi a campanha do Ambi Pur, produtor de desinfetantes sanitários, cujo tema era &#8220;Now that is an Eau de Toilette&#8221;. A campanha brinca inteligentemente com o trocadilho de Eau de Toilette para criar uma crença de que seu produto é mais ou tão cheiroso quanto as colônias e perfumes sedutores.</p>
<p><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-369" title="Ambi Pur 1" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/ambi-pur-burst-of-lavender-cornered-150x150.jpg" alt="Ambi Pur 1" width="150" height="150" /> <img class="alignnone size-thumbnail wp-image-370" title="Ambi Pur 2" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/ambi-pur-burst-of-lavender-hug-150x150.jpg" alt="Ambi Pur 2" width="150" height="150" /> <img class="alignnone size-thumbnail wp-image-371" title="Ambi Pur 3" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/ambi-pur-burst-of-lemon-calvin-150x150.jpg" alt="Ambi Pur 3" width="150" height="150" /> <img class="alignnone size-thumbnail wp-image-372" title="Ambi Pur 4" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/ambi-pur-burst-of-lemon-glove-150x150.jpg" alt="Ambi Pur 4" width="150" height="150" /></p>
<p>Um comercial que chamou nossa atenção e que segue uma linha contrária de todos os outros (a comédia) é o da Orange. Para divulgar seus serviços, a companhia explorou os diversos sentidos de uma mesma palavra.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="361" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/D-nXgY0DMmk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="361" src="http://www.youtube.com/v/D-nXgY0DMmk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h2>Como</h2>
<p>Dentre conhecer o perfil do consumidor e entender como funciona seus processos motivacionais de consumo, identificamos o último passo da investigação, segundo Randazzo o mais direto: entender Como o consumidor faz uso dos produtos ou serviços.</p>
<p>Sabe-se de alguns produtos, a exemplo da champagne, cujo ritual de uso é tão importante quanto a própria mitologia do produto em si. A champagne é um produto cuja mitologia trabalha direto no consciente do consumidor, diferentemente das sopas, de mitologia latente. O consumidor entende o ritual de servir uma champagne como um ritual de sedução. Salvo as devidas proporções da sociedade contemporânea, o modo como usa-se a champagne é amiúde atribuído ao evento do homem seduzindo uma mulher.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="473" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/UH5ZTvmHaIk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="473" src="http://www.youtube.com/v/UH5ZTvmHaIk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Este comercial da Apple traz um conceito novo na época em que ele foi lançado. Com o iPod as pessoas conseguiriam experimentar uma sensação totalmente diferente, de se mexer loucamente, com seu iPod, sem que a música parasse.</p>
<p>Agora, como mudar o comportamento das pessoas? Uma iniciativa da Volkswagen criou a Teoria da Diversão, na qual apenas lidando com a diversão podemos mudar o padrão de comportamento das pessoas para atingir um objetivo. No exemplo do vídeo a seguir, conseguiu-se que 66% das pessoas escolhessem subir por escadas ao invés da escada rolante, porque isso havia se tornado divertido.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="361" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/2lXh2n0aPyw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="361" src="http://www.youtube.com/v/2lXh2n0aPyw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Ainda sobre mudança de comportamento, citamos o comercial da Guinness, que se compara com o comercial do iPod, pois ensina o consumidor como beber a Guinness. Por causa dos atributos do produto, a cerveja depois de servida tem que permanecer estática para que forme-se a camada de espuma por cima. O comercial utiliza-se do velho ditado &#8220;boas coisas vem aqueles que esperam&#8221; para informar o consumidor de que ele tem que esperar o momento certo de beber a cerveja.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="473" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/zff9hVH3ptY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="473" src="http://www.youtube.com/v/zff9hVH3ptY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Outro exemplo sobre cerveja, a famosa Budweiser. A marca explora os cumprimentos sociais para colocar o uso da cerveja como um ato de saudação.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="473" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/lbT-8YztMYE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="473" src="http://www.youtube.com/v/lbT-8YztMYE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h2>Tendências Sociais e de Produto</h2>
<p>Quanto ao consumismo, Randazzo levanta uma idéia de tendências. Segundo ele, tendências sociais, mais abrangentes e seguidas por um grande segmento da população, muitas vezes ditam maneiras como as pessoas consumirão os produtos. Podemos exemplificar no conceito atual da vida saudável, que leva as pessoas a procurarem produtos (tênis, halteres, acessórios de exercícios) ou serviços (academias, consultórios de nutricionismo, escolas de natação) que não seriam naturalmente aderidos pelas mesmas, sem a intervenção da tendência. As tendências sociais, por sua vez, acabam por gerar muitas vezes tendências de produtos. Podemos perceber isso no mesmo exemplo, no momento em que a população passa a comprar dois tipos diferentes de calçados, ao menos: para o dia-a-dia e para os exercícios físicos. Contudo, algumas ocasiões percebemos tendências de produtos surgirem do nada e do nada desaparecerem. O autor cita no livro exemplos como os bambolês e os pet rocks. Cremos que podemos adicionar a lista os bichinhos virtuais, que foram mania há alguns anos no Brasil.</p>
<p>Citamos de exemplo a campanha do Doritos, que aproveitou-se da tendência de produto do Guitar Hero para criar um apelo emocional para seus consumidores comprarem salgadinhos da marca.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="361" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/QGp8xLqn910&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="361" src="http://www.youtube.com/v/QGp8xLqn910&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h2>BIP (Brand Identity Profile)</h2>
<p>Diante de tantos dados a serem considerados na coleta de informações e percepções acerca da marca e de seus consumidores, podemos utilizar uma técnica aplicada na avaliação do inventário perceptual da marca: O Brand Identity Profile (Perfil de Identidade da Marca). Nesta técnica, reunimos a imagética, as sensasções e as associações relacionadas a marca na mente do consumidor e questionamo-nos até que ponto cada um destes elementos denota a qualidade própria da marca. Esta análise tende a revelar quais são os elementos do inventário perceptual mais representativos da marca.</p>
<p>Em uma prática em sala de aula, pedimos que seis colegas fizessem o exercício de BIP sobre a marca Johnnie Walker. Em seguida, apresentamos o vídeo institucional que conta a história da marca.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="361" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ifRwILNmrOs&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="361" src="http://www.youtube.com/v/ifRwILNmrOs&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h2>O Contra-ponto</h2>
<p>Randazzo não traz em seu livro métodos engessados e pré-preparados, prontos para serem aplicados, mas deixa um espaço para o leitor processar e refletir sobre suas conclusões. Consideramos o sexto capítulo como uma rica fonte norteadora da pesquisa de mercado. Entretanto, na atualidade estamos nos dirigindo para uma outra era no consumismo na sociedade. Cremos que a abordagem de Sal Randazzo, não obstante ainda válida em certos aspectos, será substituída por uma outra, focada nas pessoas.</p>
<p>Esta nova era é abordada no vídeo a seguir, uma recente apresentação desenvolvida pela agência Leo Burnett. O momento agora é identificar um comportamento e criar propostas específicas que façam diferença de qualidade de vida das pessoas. As pessoas vivem num meio mais ativo e neste meio as marcas tem que pensar além das promessas e ads. Não descartamos por completo a necessidade de criação de uma mitologia de marca, mas ressaltamos que a publicidade tem que ser usada de um modo mais ativo e dinâmico. Buscamos o que a Leo Burnett entitula Human Brand Purpose, que trabalha para sanar um Human Behavior.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="473" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/-eOdDnZ17js&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="473" src="http://www.youtube.com/v/-eOdDnZ17js&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Vemos ainda a carência no livro de esclarecimentos sobre pesquisas em mercados que não existem ainda, ou seja, quando vem a tona uma nova categoria. Al e Laura Ries descrevem em seu livro A Origem das Marcas que as pesquisas de mercado, principalmente aplicadas em mercados de novas categorias, são duvidosas (2004, p. 3).</p>
<blockquote><p>Hoje, quatro de cada cinco marcas de cerveja mais vendidas são cervejas light. Antes do lançamento nacional da cerveja Lite nos Estados Unidos, em 1975, qual seria o benefício para a Miller Brewing em perguntar aos consumidores se eles comprariam uma cerveja diluída? Aliás, o lançamento da Gablinger’s, em 1967, teria respondido a essa pergunta com um ressonante não.</p></blockquote>
<p>Segundo estas abordagens e estudos mais recentes, acreditamos que o conceito de mitologia de marca e a pesquisa de mercado evoluíram num patamar em que há a necessidade de avaliar abordagens mais ativas, afim de engajar os consumidores no conceito global da marca.</p>
<h2>Últimas Palavras</h2>
<p>Este foi o estudo sobre o capítulo do livro, apresentado em aula. Planejo esmiuçar ainda os demais capítulos do livro, muito bons por sinal. A discussão deste capítulo, que levantei há pouco, estende-se no capítulo seguinte. Há muito o que discutir, mas isso é história para outro post.</p>
<p>Sinta-se a vontade para colaborar com a discussão: basta juntar-se ao blog (na caixa na barra lateral a esquerda) e entrar em contato comigo, para expor sua opinião. <img src='http://thiagoricieri.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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