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	<title>THIAGO RICIERI</title>
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	<description>smalltalk, coffe, art and code.</description>
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		<title>iOS 5 Tech Talk World Tour 2011 em São Paulo e o melhor quadrimestre da Apple</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 14:19:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagoricieri</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em janeiro tive a honra de ser um dos desenvolvedores iOS que participaram da conferência da Apple aqui no Brasil, o famoso iOS Tech Talk (antigo iPhone Tech Talk) que teve em sua versão de 2011 palestras interessantíssimas sobre a nova versão da plataforma.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2012/01/thumbios.jpeg"><img class="alignnone size-full wp-image-609" title="thumbnail" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2012/01/thumbios.jpeg" alt="" width="442" height="100" /></a></p>
<p>Em janeiro tive a honra de ser um dos desenvolvedores iOS que participaram da conferência da Apple aqui no Brasil, o famoso iOS Tech Talk (antigo iPhone Tech Talk) que teve em sua versão de 2011 palestras interessantíssimas sobre a nova versão da plataforma. A conferência durou o dia todo. Haviam palestras para todos os interesses, algumas delas no mesmo horário o que fez com que eu (e com certeza outros tantos lá dentro) tivesse dificuldade de escolher.</p>
<p>De manhã foi igual para todo mundo. A primeira conversa foi uma introdução sobre o que a Apple visa no futuro, o que ela trouxe de novo na nova plataforma e como está o desempenho da empresa no mercado. Os números já eram impressionantes antes da divulgação nessa semana dos <a href="http://techcrunch.com/2012/01/25/apple-overtakes-exxon-as-most-valuable-traded-company-in-the-world-again/" target="_blank">resultados da companhia no último quadrimestre</a>.</p>
<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2012/01/stay.jpeg"><img class="alignnone size-full wp-image-608" title="stay" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2012/01/stay.jpeg" alt="" width="590" height="423" /></a></p>
<p>A palestra seguinte foi sobre o design de apps para iPhone e iPad, algumas <em>guidelines</em> que se mostraram eficazes nesses 5 anos de existência da plataforma. A Apple acredita que um bom e lucrativo app tem que ser <em>state-of-the-art</em>. Não vou descrever a palestra aqui, você pode acompanhar-me pelo <a href="http://twitter.com/thiagoricieri" target="_blank">Twitter</a> ou Instagram (@thiagoricieri ambos) para ver o que eu compartilhei no dia do evento.</p>
<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2012/01/ios1.jpeg"><img class="alignnone size-full wp-image-606" title="ios1" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2012/01/ios1.jpeg" alt="" width="590" height="395" /></a></p>
<p>O que me interessou mais foi o tal do iCloud. Eu particularmente não me sentia muito empolgado em adotar esse serviço nos meus apps, mudei de idéia depois de assistir às duas conversas sobre isso. Acredito que daqui para frente muitos aplicativos passaram a adotar o iCloud e enfim ele será algo muito útil para os usuários.</p>
<p>Tive o prazer de conversar com dois dos engenheiros da Apple e tirar algumas dúvidas que eu tinha com os pais da criança e assistir a palestra sobre como melhorar a performance dos aplicativos para o iOS, muito útil diga-se de passagem, afinal o iPhone tem cerca de 40MB de memória para administrar entre todos os aplicativos do usuário. Devemos usar essa memória com sabedoria.</p>
<p>Ao final do dia eu, como todos, estava exausto, mas satisfeito por demais. Muita informação para assimilar, muita oportunidade para aproveitar. O fato da Apple vir ao Brasil para falar com os desenvolvedores locais mostra que a empresa tem planos em investir aqui no futuro.</p>
<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2012/01/ios2.jpeg"><img class="alignnone size-full wp-image-607" title="ios2" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2012/01/ios2.jpeg" alt="" width="590" height="526" /></a></p>
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		<title>Fazendo limonada no Dia da Idéia Lemon School</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Dec 2010 13:33:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagoricieri</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia 11/12 participei do Dia da Idéia da Lemon School para ver palestras de renomados nomes da publicidade: Ignacio Ferioli da Del Campo Nazca, Erick Rosa da Leo Burnett, Renato Fernandez da Almap BBDO, James Pedroso do Jamute.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/12/thumb_lemon.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-597" title="thumbnail" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/12/thumb_lemon.jpg" alt="" width="590" height="80" /></a></p>
<p>A <a href="http://lemonschool.com.br" target="_blank">Lemon School</a> faz limonadas com idéias. No Dia da Idéia, um novo evento para comemorar o aniversário de 5 anos da escola curitibana de criatividade, trouxe quatro grandes nomes da publicidade nacional e internacional: Ignácio Ferioli, da <a href="http://www.dcnazca.com.ar/" target="_blank">Del Campo Nazca Saatchi &amp; Saatchi</a> de Buenos Aires; Erick Rosa, da <a href="http://www.leoburnett.pt/" target="_blank">Leo Burnett</a> de Lisboa; Renato Fernandez, da <a href="http://www.almapbbdo.com.br/" target="_blank">Almap BBDO</a>; e James Pedroso, da <a href="http://jamute.com.br/" target="_blank">Jamute Áudio</a>.</p>
<p>Durante as quase 9 horas de duração do evento, os palestrantes encheram os olhos da galera com criatividade, dicas de carreira na área, cases espetaculares e muitas, muitas idéias fascinantes! Eu aproveitei para gravar alguns pedaços do dia e com o material fiz um vídeo que resumirá todo esse sábado, vejam:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="590" height="467" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/pGRSAKAL0e8?fs=1&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="590" height="467" src="http://www.youtube.com/v/pGRSAKAL0e8?fs=1&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Gostou? Leia abaixo com detalhes como foram as palestras que essa galera assistiu.</p>
<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/12/cadbury_andes.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-593" title="cadbury_andes" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/12/cadbury_andes.jpg" alt="" width="590" height="150" /></a></p>
<h2>Ignácio Ferioli: a máquina de teletransporte e o chocolatômetro</h2>
<p>A começar por Ferioli, que com um espanhol falado pausadamente conseguiu fazer-se entender com a platéia. Foi diretor de criação de dois cases muito inspiradores, cada qual para um público diferente: o primeiro da cerveja Andes, criação da Máquina de Teletransporte; o segundo do chocolate Cadbury, criação do Chocolatômetro.</p>
<p>A fama do case da cerveja Andes já precedia a apresentação: uma cabine a prova de som que reproduzia diversos tipos de efeitos sonoros para dar impressão ao telefonema de que o interlocutor realmente estava naquele ambiente. Usado malandramente por rapazes que queriam beber no bar com seus amigos, mas eram atormentados por suas mulheres e namoradas, eles entravam na cabine e &#8220;teletransportavam-se&#8221; para um hospital, uma estrada perigosa, um tráfego tumultuado, pra casa de algum parente para cuidar de um sobrinho, enfim, eram muitas as alterantivas.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="590" height="467" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/6xoab6icQBs?fs=1&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="590" height="467" src="http://www.youtube.com/v/6xoab6icQBs?fs=1&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>O cholocate Cadbury, que já tem fama de campanhas inteligentíssimas, tinha o problema de estar ser afastando do seu posicionamento desejado, o público feminino, por este considerar o chocolate aquém de suas realidades financeiras. Numa solução criativa, emanou-se na a campanha na qual um homem, numa demonstração de afeição, carinho e dedicação em situações simples do dia a dia, progredia no &#8220;chocolatômetro&#8221; da Cadbury, mas quando faltava um quadradinho de chocolate para atingir o nível de uma barra completa, cometia uma mancada homérica que justificava porque <em>&#8220;Nenhum homem é tão bom quanto uma barra inteira de Cadbury&#8221;. </em>Esta campanha, extendida na internet, criou um site no qual as mulheres responderiam a pergunta <em>&#8220;Por que nenhum homem é tão bom quanto uma barra inteira de Cadbury?&#8221;</em> e a ganhadora receberia de prêmio as duas coisas que a mulher mais gosta: o peso de seu homem em chocolate.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="590" height="356" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/3RU9W-GaOiM?fs=1&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="590" height="356" src="http://www.youtube.com/v/3RU9W-GaOiM?fs=1&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Ferioli também surpreendeu-nos com outra idéia criativa de campanha na qual a Cadbury usou a oportunidade da Copa do Mundo para impactar seu público feminino: foi criado um aplicativo para Facebook no qual, para demonstrar que um homem gosta mesmo da mulher, teria que mandar para ela durante o jogo da Argentina uma mensagem personalizada para a amada. Aqueles que passassem mais tempo galanteando durante o jogo da Argentina mostrariam-se dignos do amor da mulher. Além disso, ao invés de pintar o rosto com a bandeira do país, foi sugerido que pintassem o rosto com o nome da amada, para ganhar mais pontos. A campanha foi um sucesso, mais isso já era de se esperar devido ao teor criativo da campanha!</p>
<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/12/hope.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-595" title="hope" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/12/hope.jpg" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<h2>Erick Rosa: as campanhas da Leo Burnett que ganharam 12 prêmios em Cannes</h2>
<p>Erick Rosa, direto de uma video conferência via Skype com a platéia, apresentou alguns dos cases que ganharam o Leão de Cannes este ano.</p>
<p>A Loja que Vendia Esperança, um case que mostrou como os criativos solucionaram o problema de arrecadar recursos para uma obra sem fins lucrativos. Partindo da premissa que as pessoas estão anestesiadas com todas as campanhas que existem para arrecadar fundos, a agência criou algo mais tangível para vender o intangível: uma loja cujo produto principal era a Esperança. Vendendo encartes que contavam como a vida de alguém mudaria com a compra deste, a agência conseguiu um incrível buzz ao redor da loja.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="590" height="467" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ZA5KPT7iVoI?fs=1&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="590" height="467" src="http://www.youtube.com/v/ZA5KPT7iVoI?fs=1&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>No ano seguinte, a agência inovou mais uma vez. A idéia da loja já teria perdido sua força a essa altura e por mais que as pessoas continuassem indo lá, o fogo da idéia estava fadado à extinção. Foi aí que criaram outro produto para a loja, ou melhor, uma embalagem diferente para o produto: ao invés de simples encartes, o produto agora eram livros com capas criativas e coloridas, compostas pelos melhores ilustradores de Portugal, cujo título sugeria o que aconteceria com o personagem caso a pessoa comprasse o livro. Detalhe: numa aula de semiótica, a agência vendeu os livros com todas as páginas em branco, simbolizando que a história não tinha sido escrita e só o poderia ser caso houvesse o apoio do comprador.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="590" height="467" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/JMdKip1ejEc?fs=1&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="590" height="467" src="http://www.youtube.com/v/JMdKip1ejEc?fs=1&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Outro case muito criativo apresentado surgiu com um acidente na reunião de negócios da agência com seu anunciante, o supermercado português Lidl. Um dos integrantes chegou atrasado e, ao desculpar-se pelo atraso, culpou o trânsito. Outro indivíduo da mesa debateu dizendo &#8220;Maria anda cerca de 60km a pé todos os dias para beber água&#8221;. Erick Rosa ficou chocado com a notícia e procurou saber mais sobre ela. Maria era uma habitante de Nova Guiné que precisava andar a pé grandes distâncias com o filho nas costas para conseguir água, para conseguir sobreviver. Daí veio o insight criativo de Erick para sugerir que Maria andasse a maratona de Portugal simbolizando a maratona diária que ela fazia. Erick mudou a campanha da Lidl para absorver essa nova idéia. Chamou a campanha de projeto Viva, na qual o supermercado venderia garrafas de água para conseguir fundos para a construção de poços artesianos na região de Maria. Enquanto muitos percorriam a maratona por prazer, Maria o fazia para demonstrar uma rotina de sua vida, e nas suas mãos levava uma garrafa de água vazia, para simbolizar a escassez do líquido mais importante do mundo.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="590" height="467" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/86OmC-BzguQ?fs=1&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="590" height="467" src="http://www.youtube.com/v/86OmC-BzguQ?fs=1&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Ainda para o cliente Lidl, Erick desenvolveu uma campanha para transmitir que o supermercado apesar de barato vendia produtos de alta qualidade. Contratou um chef para fazer uma refeição de primeira classe e servi-la à classe econômica de alguns voos de avião. Com a assinatura &#8220;Lidl, aqui a qualidade é barata&#8221;, a campanha visava mostrar que é possível um produto de qualidade em um ambiente de pechinchas e preços baixos.</p>
<p>O outdoor supersticioso também foi um case que chamou atenção. Considerando que as pessoas estão anestesiadas para esse tipo de mídia, não prestando mais atenção a ela, a Leo Burnett teve que inovar e conceber uma forma das pessoas notarem o outdoor do cliente Freeport. Para a campanha &#8220;você é supersticioso?&#8221; eles criaram um outdoor com uma escada e dois painéis de sinalização de pontos: um para SIM e outro para NÃO à pergunta da campanha. Aqueles que passassem debaixo da escada marcavam um ponto para o NÃO; aqueles que fizessem o contrário marcariam ponto para SIM.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="590" height="467" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/lK-_LhoCkHo?fs=1&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="590" height="467" src="http://www.youtube.com/v/lK-_LhoCkHo?fs=1&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Outro case inovador que causou um incrível buzz na internet foi o <a href="http://www.tyrannybook.com/" target="_blank">Tyrannybook</a> da Amnistia de Portugal, uma rede social na qual, ao invés de adicionar e seguir as atualizações de seus amigos, os usuários ficam de olho nos seus inimigos: os tiranos que desrespeitam os direitos humanos. Durante três semanas o Tyrannybook permaneceu no ar, mas teve que sair porque estava hospedado no servidor da agência e o volume de acessos (3.633.930 para ser exato) causou congestionamento nos e-mails e outros problemas para eles e para outros clientes.</p>
<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/12/havaianas.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-594" title="havaianas" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/12/havaianas.jpg" alt="" width="590" height="150" /></a></p>
<h2>Renato Fernandez: como roubar o emprego dele na AlmapBBDO</h2>
<p>O Renato Fernadez, um curitibano que já trabalho na Master daqui e tem um irmão gêmeo também diretor de arte, palestrou sobre carreira incentivando a criatividade dos alunos ali presente. De uma forma descontraída, apresentou os cases nos quais trabalhou e falou sobre quais as qualidades essenciais de um bom profissional, aquele capaz de roubar sua vaga na AlmapBBDO.</p>
<p>O Renato falou mais especificamente sobre direção de arte, mas seu discurso teve um teor que pode ser extendido para outras áreas não só da Publicidade, mas da vida também.</p>
<p>Foram 9 dicas intercalados de dicas e cases, dentre eles a Havaianas, a Volkswagen e Embratel, tais como: <em>Publicidade não se ensina, se aprende; Não seja mala; Pouco é um lugar que não existe; Faça você mesmo; Mostre só as melhores idéias; Corra riscos; Faça o que eu não faço</em>.</p>
<p>(Sim, eu só listei sete. É porque haverá um vídeo da Lemon School com todas as palestras, vou deixar você curioso sobre qual foi as duas últimas)</p>
<p>Uma das campanhas que ele participou foi a da Nike Tag+, segue abaixo:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="590" height="467" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/fpyhpisoWf4?fs=1&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="590" height="467" src="http://www.youtube.com/v/fpyhpisoWf4?fs=1&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/12/jamute.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-596" title="jamute" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/12/jamute.jpg" alt="" width="590" height="195" /></a></p>
<h2>James Pedroso: criando de um spot de 30 segundos</h2>
<p>James Pedroso, com muita descontração e ânimo, compartilhou com a gente como é feito e o que é preciso para fazer um spot de rádio. Falou sobre o papel de uma produtora de som e sobre como buscar inspiração para grandes idéias. Ele defende que o rádio é a mídia que mais mexe com a imaginação das pessoas, pois o som permite isso.</p>
<p>O spot criado foi concebido para a própria Lemon School, no qual um rapaz tem várias idéias durante, mas isso começa a atrapalhar a vida dele. Na Lemon School ele encontra o alívio para tratar essas idéias. Foi um spot muito divertido de se ver criando e fechou com chave de ouro essas 9 horas de criatividade!</p>
<h2>Minha opinião sobre o evento</h2>
<p>Eu fiquei muito satisfeito com todas as palestras que assistimos e valeu mesmo a pena ter acordado cedo no sábado para vê-las! De quebra me diverti um monte com os colegas de turma, que se mostraram participativos tanto na palestra quanto no vídeo que foi gravado.</p>
<p>Quanto a todas as idéias apresentadas e como eu disse no vídeo, o que me interessa é saber o caminho que o criativo tomou para chegar na idéia e a coragem que ele deve ter para persegui-la mesmo quando o tempo está contra você. Uma coisa que todos frisaram no discurso foi que todo esse trabalho criativo não seria possível sem um repertório rico e uma paixão imensa pelo trabalho.</p>
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		<title>Signore e signori, Fiat Bravo!</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Dec 2010 12:27:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagoricieri</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Fiat Bravo chegou e nesse post eu reuno algumas das novidades que encontrei na internet acerca desse carro que substituiu muito bem o Stillo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/12/bravo1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-581" title="bravo1" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/12/bravo1.jpg" alt="" width="590" height="150" /></a></p>
<p>No dia 3 de dezembro deste ano, a Fiat lançou o Fiat Bravo, o substituto do Stillo que sai de linha depois de 8 anos no Brasil. Acontece que o Stillo veio substituir o Brava em 2002 e agora com a chegada do Bravo o slogan-trocadilho foi invevitável: &#8220;a bravura está de volta!&#8221;, no <a title="http://bravo.fiat.com.br/" href="http://j.mp/gs82UD " target="_blank">hotsite maneiríssimo do Bravo</a>.</p>
<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/12/bravo2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-582" style="float: left; margin: 0 1em 1em 0;" title="bravo2" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/12/bravo2.jpg" alt="" width="300" height="254" /></a>O carro já tinha sido visto no <a href="http://g1.globo.com/carros/noticia/2010/10/fiat-mostra-no-salao-de-sp-versao-esportiva-do-uno-e-o-bravo-brasileiro.html" target="_blank">Salão do Automóvel</a> em outubro, mas foi só para dar um gostinho do que estava por vir. <a title="http://colunistas.ig.com.br/guilhermebarros/2010/11/25/montadora-investe-r-350-milhoes-no-bravo/" href="http://j.mp/g8oRKd" target="_blank">Com um investimento de R$ 350 milhões</a> no projeto de produção e lançamento no país, a montadora estabeleceu a fábrica do veículo em Betim, Minas Gerais. O lançamento foi no Rio e teve direito a show de Daniela Mercury e participação especial de Fernanda Abreu e Paula Lima. <a title="http://colunistas.ig.com.br/guilhermebarros/2010/12/03/fiat-lanca-bravo-no-rio-com-show-de-daniela-mercury/" href="http://j.mp/dQ7lct " target="_blank">Em sua coluna</a>, Guilherme Barros disse que a Fiat contava com a presença da cantora Laura Pausini, que não compareceu por problemas familiares (<a title="http://www.youtube.com/watch?v=eE5tSw5nWpA" href="http://j.mp/hiUwfX" target="_blank">imagino quais foram</a>). O <a title="http://colunistas.ig.com.br/guilhermebarros/2010/12/04/montadoras-preveem-desaceleracao-da-economia-no-1ª-semestre-de-2011/" href="http://j.mp/fOPIWI" target="_blank">Guilherme também comentou</a> que, apesar da festa de lançamento, Marco Bonomi, presidente do Banco Fiat e vice-presidente do Banco Itaú Unibanco, iniciou uma discussão acerca da preocupação de desaquecimento do setor para o próximo semestre devido à medida do Banco Central na retenção do crédito para segurar a inflação. Para você ter noção, o Banco Fiat responde a 35% de todo financiamento de automóveis do país, 65% dos financiamentos acontecem dentro do prazo de 60 meses ou menos e por conta disso foi possível chegar ao recorde histórico de vendas da indústria automobilística, que deve encerrar o período com 3,4 milhões de unidades comercializadas.</p>
<p>Mas voltando ao Bravo, na internet eu já vi alguns banners nos principais sites de notícias, como o <a href="http://g1.globo.com" target="_blank">G1 da Globo</a>, e espero logo mais ver alguma novidade nas redes sociais. No blog da empresa já tem o <a title="http://www.fiat.com.br/mundo-fiat/novidades/6067/FIAT+BRAVO++A+BRAVURA+ESTA+DE+VOLTA" href="http://j.mp/hu9Fs6" target="_blank">post com o anúncio da chegada do Bravo</a> com tooooodos os detalhes acerca do carro, mas fui ver as fotos no hotsite de lançamento e o botão de fullscreen não funciona <img src='http://thiagoricieri.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' />  Tive que procurar fotos em <a title="http://g1.globo.com/carros/fotos/2010/11/veja-imagens-do-novo-fiat-bravo.html" href="http://j.mp/h8onVV" target="_blank">outros sites</a>.</p>
<p>Segundo o presidente da Fiat, Cledorvino Belini, o carro custará entre R$ 55,2 mil e R$ 67,7 mil e a expectativa é vender 1,5 mil unidades por mês. Se tudo correr conforme o planejado, então no quinto mês de vendas a marca já terá alcançado o investimento que teve na fabricação e lançamento do veículo.</p>
<p>O modelo tem o objetivo de competir com o i30, da Hyundai; Focus, da Ford e Vectra GT, da GM. Você escolheria o Bravo dentre os quatro?</p>
<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/12/painel.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-583" title="painel" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/12/painel.jpg" alt="" width="590" height="198" /></a></p>
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		<title>Comportamento humano no livro &#8220;A Força do Absurdo&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Dec 2010 12:53:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagoricieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Revisões de Livros]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
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		<description><![CDATA[Várias pesquisas científicas levaram os irmãos Brafman a estabelecer teorias com base no comportamento do ser humano. Coisas que você faz e nem sabe o porquê! Nesse livro gostoso de ler você ri, você se surpreende e você se policia para escapar da próxima armadilha inconsciente do seu cérebro. Só digo uma coisa: leia!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/12/forca_absurdo1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-570" title="thumbnail" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/12/forca_absurdo1.jpg" alt="" width="590" height="100" /></a></p>
<p>Trata-se de um livro de incríveis aplicações na área de comunicação e na economia. Ao estudar o comportamento humano, temos em mãos fatos cientificamente comprovados de como tendemos a agir. Essa tendência revela oportunidades de persuasão que fogem à razão para encontrar-se, ocultamente, com a irracionalidade.</p>
<p>Apresentando em cada capítulo as correntes ocultas do comportamento humano, Ori e Rom Brafman desvendam pouco a pouco os reais motivos pelos quais agimos.</p>
<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/12/lelao.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-573" style="float: left; margin: 0 1em 1em 0;" title="lelao" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/12/lelao.jpg" alt="" width="200" height="256" /></a>O poder da perda, por exemplo, é impressionante. A raça humana tem aversão a perda, somente o fato de incluir esta palavra no título de um serviço no mínimo inútil (como o seguro oferecido por alugadoras de carro, isenção de responsabilidade em caso de perdas e danos) nos causa arrepios e nos conduz a comportamentos irracionais que contradizem as expectativas econômicas de um cidadão consciente. A perda pode ser tanto monetária, como de reputação. Aliás, qualquer aspecto que demonstre a perda de algum fator importante para nós nos causa distúrbios no julgamento, cegando-nos a realidade. Fato é que, quanto mais evitamos a perda, quanto mais tentamos nos distanciar de perder algum recurso importante, pois não suportamos a idéia de absorver os danos antes deles ficarem maiores, pode apostar: eles vão ficar maiores. Aliás, o leilão da nota de vinte dólares, descrito no livro é simplesmente impressionante, uma experiência que pode ser reproduzida em qualquer ambiente.</p>
<p>Quando o poder da perda alia-se a outra corrente oculta, o comprometimento, ambos causam estragos ainda maiores. O comprometimento nos obriga a não mudar nossa estratégia, a manter-nos na mesma condição inconscientemente. Quando comprometemo-nos com uma causa ou com alguém, tendemos a manter nossa atitude perdedora, apesar de desvantajosa. Esse poder foi observado pelos técnicos dos times adversários aos Gators, que simplesmente não conseguiam mudar suas estratégias com medo da opinião pública: estavam já comprometidos com os resultados, e jogavam para não perder. O que levou os Gators ao sucesso, no entanto, foi sua atitude de jogar para ganhar e a capacidade do técnico de romper os laços do comprometimento para criar uma estratégia arrasadora.</p>
<p>Em outro momento do livro, especificamente no terceiro capítulo, os autores exploram a corrente da rotulagem ou atribuição de valor. Quando rotulamos alguém ou atribuimos um valor ao que a teoria que defendemos, é difícil nos fazer mudar de opinião. Nosso cérebro desenvolveu esta habilidade para que possamos evitar a overdose de informação e dar importância apenas ao que é realmente relevante para nós. No entanto os critérios utilizados estão longe da perfeição: ao rotularmos uma pessoa ou uma idéia, fechamos os olhos para qualquer explicação objetiva que contradiz nossa teoria. Por essa razão que damos valor a pessoas mais bem arrumadas, apesar delas poderem trazer farsas, ou quando desvalorizamos um jovem artista de rua, que na verdade era um gênio da música oferecendo um concerto gratuito.</p>
<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/12/NBA.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-574" style="float: right; margin: 0 0 1em 1em;" title="NBA" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/12/NBA.jpg" alt="" width="200" height="276" /></a>Essa confiança que temos no nosso julgamento do valor repete-se no quarto capítulo, quando analisa-se a tendência de jogadores do NBA em continuarem suas carreiras quando são escolhidos por primeiro. A posição em que cada um é alocado influi diretamente na nossa percepção de valor. Logo, aqueles que estão na primeira posição de um processo valem mais, são mais importantes do que aqueles que estão em segundo, por exemplo. Essa nossa confiança no nosso próprio julgamento também é observada em entrevistas de emprego, que repetidamente parecem-se com encontros amorosos. As primeiras impressões são surrealistas e fogem do real propósito com o qual deveríamos nos preocupar. O excesso de confiança é o que causa arrependimentos de contratação de funcionários e escolha de parceiros amorosos.</p>
<p>Mas um fator ainda mais interessante e diretamente ligado a nossa capacidade de atribuir valor as pessoas e as coisas é que, especificamente pessoas, acabam adquirindo nossa rotulagem. Isso é explicado no efeito Pigmalião, quando absorvemos as deduções positivas sobre nós impostas por outros, ou efeito Golem, quando absorvemos as negativas. Nessa teoria, acabamos nos portando da exata maneira com a qual as outras pessoas nos percebem e tratam. Experimentos descritos no livro explicam minuciosa e claramente essa teoria revolucionária!</p>
<p>Se há algo que também influi nas nossas decisões e que devemos relacionar, é a interpretação de justiça apresentada pelo livro. Através dos experimentos informados, descobrimos que o senso de uma pessoa aceitar a justiça está mais ligado a cultura e o tempo que passamos em contato com a pessoa que tem o poder de decisão. Com maestria, Ori e Rom citam exemplos e mostram o que somos capazes de fazer para ver a justiça ser realizada, ou seja, nossa necessidade de sermos ouvidos.</p>
<p>Mais brilhante ainda, na minha opinião, é o efeito da recompensa. No livro dos Brafman&#8217;s descobrimos porque muitas vezes uma recompensa pode minar os resultados obtidos quando deveríamos apostar no altruísmo. Separado em campos diferentes do cérebro, centro de prazer e centro de altruísmo podem entrar em combate na realização de uma tarefa, mas quase sempre o centro de prazer sequestra o altruísmo.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-571" style="float: left; margin-top: 0px; margin-right: 1em; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px;" title="Capa Força do Absurdo" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/12/forca_capa.jpg" alt="" width="264" height="400" /></p>
<p>A última corrente levantada pelo livro é aquela observada na dinâmica com grupos. A existência de um dissidente colabora para o equilíbrio do grupo. Muitas vezes percebemos pessoas com opiniões discordantes se calarem, para evitar questionamento sobre sua inteligência ou até mesmo para não causar um escarcéu. Os autores tratam da existência comprovada de quatro papéis na dinâmica de grupo: o iniciador, o impedidor, o apoiador e o observador. Apesar do impedidor fazer sempre o papel do &#8220;advogado do diabo&#8221;, ele tem importância fundamental para evitar a parcialidade do diagnóstico, obrigando o grupo a olhar para o problema por outra visão.</p>
<p>Para finalizar, Ori e Rom propõem soluções para que seja possível diminuir a influência desses comportamentos irracionais. Para cada um dele, há uma salvação, uma obrigação do indivíduo em parar para analisar a situação e como está agindo, perguntando a si mesmo se não está tomado por alguma das correntes apresentadas. Temos que nos lembrar, apesar de tudo, que somos humanos e, por conseguinte, totalmente passíveis de influência do comportamento irracional do inconsciente.</p>
<p>Vou fazer um jabá para a Livraria Cultura, que é uma <em>bookstore online</em> que eu gosto bastante. Você pode <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=11029740" target="_blank">comprar o livro lá</a> com um preço muito especial.</p>
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		<title>O Menino do Pijama Listrado, livro e filme</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Nov 2010 22:56:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagoricieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Revisões de Livros]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[nazismo]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA["O Menino do Pijama Listrado" é uma história comovente, mas digo desde já que eu não chorei no final, apesar de ter ficado muito triste e perturbado. Vou dizer porque você deve ler este livro, de preferência antes de ver o filme, mesmo se já souber do que se trata ou até souber como termina.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/menino-pijama-listrado.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-557" title="thumb" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/menino-pijama-listrado.jpg" alt="" width="590" height="230" /></a></p>
<p>Antes de dar minha opinião, eu não chorei no final. Nem do livro, nem do filme. O livro é deveras entristecedor ou como diriam outros, perturbador. Mas deve ser lido, ah se deve! Vou dizer abaixo porque você deve ler este livro, de preferência antes de ver o filme.</p>
<h2>O livro</h2>
<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/12358-Menino-de-pijama.jpeg"><img class="alignnone size-full wp-image-553" style="float: left; margin: 0 10px 10px 0;" title="12358 - Menino de pijama" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/12358-Menino-de-pijama.jpeg" alt="" width="200" height="300" /></a>John Boyne foi genial na história. A narrativa é envolvente e inocente, como vê o mundo uma criança. Há muitas resenhas e revisões deste livro na internet, então não vou extender-me muito falando do resumo dele. E como em qualquer resenha ou revisão, vou aconselhar você veementemente: <strong>leia esse livro! </strong></p>
<p>O que mais me agradou foi a visão de Bruno sobre o momento histórico no qual ele vivia e, como eu havia lido em outro blog, &#8220;a inocência do Bruno não fazia nenhum bem a ele&#8221;. O trabalho do pai dele era um mistério, o menino foi forçado a sair da casa que gostava tanto e ninguém dava atenção a ele. Aliás, pais, cuidem de seus filhos para que eles não se metam nos mesmos tipos de encrencas que pequeno alemão do livro!</p>
<p>A amizade que floresceu com Shmuel nos faz perceber como as crianças não vêem maldade nos outros. E com elas deveríamos aprender a fazer as pazes com mais frequência. Como você verá no livro, houve um ponto em que muito adulto por aí não perdoaria Bruno pela bobagem que ele fez.</p>
<p>O autor trabalha com primazia o desenrolar da amizade dos dois garotos, motivo pelo qual o livro é tão comovente. Com argumentos simples e óbvios, o autor tenta contestar porque raios os alemães fizeram aquilo ou permitiram que aquilo acontecesse. O leitor, sabendo da diferença política entre ambos, cai direitinho no dilema dos últimos capítulos.</p>
<p>Boyne também não se preocupa em focar na historicidade do nazismo no livro, restringindo-se apenas à visão inocente de Bruno sobre o que acontecia ao seu redor. Também pudera, já estamos todos muito bem informados sobre o que foi o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/III_Reich" target="_blank">III Reich</a> e o que foi o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Holocausto" target="_blank">Holocausto</a>.</p>
<p>Este livro mostra-nos como não devemos nos esquecer de que o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Holocausto" target="_blank">Holocausto</a> existiu e que não deve ser esquecido. Conforme já visto em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Die_Welle" target="_blank">Die Welle</a>, um regime autocrata pode voltar a acontecer, caso não pensemos por nós mesmos.</p>
<h2>O filme</h2>
<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/boy-in-the-striped-pyjamas.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-555" title="boy-in-the-striped-pyjamas" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/boy-in-the-striped-pyjamas.jpg" alt="" width="590" /></a></p>
<p>Depois de ler o livro, fui bem faceiro ver o filme. Pensava que ia ser simplesmente <em>&#8220;ducaraleo&#8221;, </em>mas qual foi minha surpresa (lê-se decepção) já nos primeiros minutos do filme!</p>
<p>Obviamente, quem não leu o livro decerto afogou-se no próprio choro. É sempre triste ver uma criança passar por aquilo que Bruno e principalmente Shmuel passaram. Isso porque nem falei do retrato do dia-a-dia dos judeus naquela época e como eles eram tratados.</p>
<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/boy_in_the_striped_pyjamas_xl_01-film-A.jpeg"><img class="alignnone size-full wp-image-554" style="float: right; margin: 0 0 10px 10px;" title="BOY IN THE STRIPED PYJAMAS" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/boy_in_the_striped_pyjamas_xl_01-film-A.jpeg" alt="" width="400" height="300" /></a>Mas acontece que o filme é <em>light</em> comparado ao livro. A começar que Bruno não tinha uma ligação muito forte com o pai, nem com a mãe, e Gretel &#8220;Caso Perdido&#8221; era uma menina muito mais pentelha e vazia na versão original. Bruno não raspou o cabelo no filme e essa simples omissão tirou do enredo uma reflexão muito forte sobre igualdade entre ele e Shmuel. E como se não bastasse, o final é muito mais dramático no filme que no livro, mas entendo o porquê: queria-se terminar com aquele <em>close</em> demorado na porta da sala de extermínio para causar mais emoção ao filme.</p>
<p>Todavia, o filme não é ruim. É muito bom, por acaso. Apenas gostaria que fosse tão chocante como o próprio livro, pois queria sentir com mais intensidade aquele sentimento de revolta, de perturbação, de tristeza e injustiça que você sente ao formular o conto na sua cabeça. Com os efeitos visuais e sonoros que dispomos hoje, imaginei que esse misto de sensações iria ser elevado à décima potência e eu ia me sentir deprimido pelos próximos oito dias com o desfecho.</p>
<p>Não foi o que aconteceu.</p>
<p>Resta-me partir agora para outra história, depois de ter esgotado as reflexões que me interessavam desta. Estou no início de um outro <em>must-see</em> da literatura: 1984. E estou gostando muito.</p>
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		<title>Anúncio: iPhone 4, lançamento no Brasil.</title>
		<link>http://thiagoricieri.com/blog/index.php/criatividade/anuncio-iphone-4-lancamento-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Sep 2010 15:39:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagoricieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade]]></category>
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		<category><![CDATA[criação]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>

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		<description><![CDATA[Conforme pedido na disciplina de Produção Gráfica, fizemos um anúncio para revista, de duas páginas, divulgando o lançamento do iPhone 4 no Brasil. Tarefa difícil essa, já que o iPhone é um aparelho que simplesmente dispensa propaganda: todo mundo já conhece. Clique e veja os anúncios que foram criados :)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/09/blogApple.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-541" title="thumbnail" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/09/blogApple.jpg" alt="" width="580" height="150" /></a></p>
<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/09/blogApple.jpg"></a>Conforme pedido na disciplina de Produção Gráfica, fizemos um anúncio para revista, de duas páginas, divulgando o lançamento do iPhone 4 no Brasil. Tarefa difícil essa, já que o iPhone é um aparelho que simplesmente dispensa propaganda: todo mundo já conhece.<br />
<span id="more-535"></span></p>
<p>Escolhi trabalhar no mesmo padrão da Apple: simples e objetivo. Acabei criando os seguintes anúncios (que podem ser vistos na minha página do <a href="http://facebook.com/thiagoricieri">Facebook também</a>). O que acham? Gostei mais do primeiro.</p>
<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/09/iPhone1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-536" title="thumb" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/09/iPhone1.jpg" alt="Nunca antes na história desse país um celular foi tão desejado." width="580" height="387" /></a></p>
<p>Os seguintes achei mais ou menos legais:</p>
<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/09/iPhone2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-537" title="iPhone2" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/09/iPhone2.jpg" alt="Ele chegou. Quem vai ser o primeiro?" width="580" height="387" /></a></p>
<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/09/iPhone3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-538" title="iPhone3" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/09/iPhone3.jpg" alt="Reinventamos a roda. Duas vezes." width="580" height="387" /></a></p>
<p>PS: Juro que vou tentar escrever mais vezes! hahaha</p>
]]></content:encoded>
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		<title>As Confissões de David Ogilvy</title>
		<link>http://thiagoricieri.com/blog/index.php/textos/as-confissoes-de-david-ogilvy/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 18:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagoricieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Revisões de Livros]]></category>
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		<description><![CDATA[David Ogilvy não começou publicitário, começou vendedor. E de fogões. Depois, cozinheiro. Seu primeiro anúncio, escreveu aos 39 anos. É um escocês que foi taxado de louco por querer abrir uma agência de publicidade em solo americano. Ele o fez, ele o conseguiu e ele contou como em seu livro <strong>Confissões de um Publicitário</strong>. Neste post, faço uma reflexão sobre seu livro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/07/davidogilvy.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-522" title="davidogilvy" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/07/davidogilvy.jpg" alt="" width="580" height="150" /></a></p>
<p>David Ogilvy não começou publicitário, começou vendedor. E de fogões. Depois, cozinheiro. Seu primeiro anúncio, escreveu aos 39 anos. É um escocês que foi taxado de louco por querer abrir uma agência de publicidade em solo americano. Ele o fez, ele o conseguiu e ele contou como em seu livro <strong>Confissões de um Publicitário</strong>.</p>
<p>Inspirador e autoconfiante, David esclarece já de início:</p>
<blockquote><p>Se você perceber um leve cheiro de arrogância neste livro, quero que saiba que minha arrogância é seletiva. Sou miseravelmente medíocre em tudo, <em>exceto</em> em publicidade. [...] Quando se trata de publicidade, a <em>Advertising Age</em> diz que sou &#8220;o Rei criativo da publicidade&#8221;. Quando a <em>Fortune</em> publicou um artigo a meu respeito, intitulou-o &#8220;David Ogilvy é um Gênio?&#8221;, pedi a meu advogado que a processasse por causa do ponto de interrogação.</p></blockquote>
<h2>As Lições de David Ogilvy</h2>
<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/07/17267_4.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-523" style="float: left; margin: 0 1em 1em 0;" title="17267_4" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/07/17267_4.jpg" alt="" width="151" height="250" /></a></p>
<p>É nessa arrogância seletiva que ele mantém a narrativa do começo ao fim do livro. Sem delongas, sem rodeios. Simples, didático e direto.</p>
<p>Ele fala sobre como administrar uma agência de publicidade, como conquistar e manter clientes, como fazer grandes campanhas e escrever textos poderosos, como ilustrar anúncios, cartazes e comerciais, fechando com conselhos para os jovens (como eu) e uma reflexão sobre o papel da publicidade.</p>
<p>David tem fascínio pelas pesquisas, sua publicidade tem que ser factual e direta, repudia textos escritos em negativo e apoia toda sua argumentação em testes e experiências realizadas ao longo de sua carreira. Isso é o que eu mais achei de inspirador no seu livro, nada de &#8220;achismos&#8221;. Acredito, aliás, que muitos designers sentiriam um quê de raiva de suas afirmações.</p>
<p>Ele lamenta que muitos redatores e publicitários rendem-se à arte e não criam anúncios vendedores. Afirma, também, que é comum que anúncios que dão resultado para os clientes raramente recebem os prêmios da publicidade e tem uma posição claramente contra àqueles que usam os milhões de seus clientes para custear seu brilhantismo criativo.</p>
<h2>Suas idéias ainda valem?</h2>
<blockquote><p>O que é um bom anúncio? Existem três escolas de pensamento. Os cínicos dizem que um bom anúncio é o que foi aprovado pelo cliente. Outra escola aceita a definição de Raymond Rubicam: &#8220;a melhor característica de um grande anúncio é que não só o público é impactado por ele, mas também que tanto o público quanto o mundo da publicidade lembram-se dele por muito tempo como um <em>trabalho admirável</em>. [...] Pertenço à terceira escola &#8211; a que sustenta que um bom anúncio é aquele que vende um produto sem atrair a atenção para si mesmo. [...] Em vez de dizer &#8220;Que anúncio inteligente&#8221;, o leitor diz: &#8220;Eu não sabia disso. Preciso experimentar este produto&#8221;.</p></blockquote>
<p>Este parágrafo foi o mais marcante para mim no capítulo &#8220;Como Fazer Grandes Campanhas&#8221;. David ainda adverte que na sua agência, não permite que chamem seus criadores de &#8220;criativos&#8221;.</p>
<p>Seus capítulos têm conclusões que ele mesmo formulou (sempre na base da pesquisa) as quais não citarei para não estragar a graça de ler o livro. De todas elas, grifo apenas um de seus conselhos, por se tratar uma mensagem aos novos publicitários. Trata-se de sua visão quanto a como se tornar um bom profissional:</p>
<blockquote><p>Os psiquiatras dizem que todo mundo deveria ter um <em>hobby</em>. O <em>hobby</em> que eu recomendo é a <em>publicidade</em>. Escolha um tema sobre o qual sua agência saiba muito pouco e torne-se uma autoridade nele.</p></blockquote>
<h2>Reflexão sobre a Confissão</h2>
<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/07/1206828300-642950-DavidOgil-12064510580.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-525" style="float: left; margin: 0 1em 1em 0;" title="David Ogilvy" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/07/1206828300-642950-DavidOgil-12064510580.jpg" alt="David Ogilvy" width="221" height="280" /></a><br />
Em suma, sua visão sobre o mundo da publicidade é bastante contemporânea, apesar da época em que escreveu o livro. Alguns de seus conceitos, afirma ele, eram infalíveis. Mas será que continuam sendo?</p>
<p>Creio que ele ficaria feliz se quem lesse seu livro duvidasse de suas próprias conclusões e tentasse criar outras à base de pesquisa. É, no fundo, o hábito que ele tenta incutir no leitor do começo ao fim.</p>
<p>Quando termina o livro, na reflexão sobre se a publicidade deveria ser abolida, ele nega, mas complementa que ela deveria ser reformada. Eu concordo com ele.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A História do Facebook é sobre Agilidade, não Privacidade</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jun 2010 04:21:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagoricieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acontecendo]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[dev]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[polêmica]]></category>
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		<description><![CDATA[Privacidade. É a palavra-chave da maioria das notícias acerca do Facebook nos últimos dias. Mas não é a idéia-chave. Eu acredito que o que está realmente sendo testado aqui não são os limites da privacidade, mas a noção de agilidade &#8211; a habilidade de uma organização em implementar iterações rápidas em seus produtos e serviços, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-487" title="thumbnail" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/06/facebook_privacidade.jpg" alt="Privacidade no Facebook está em pauta nos últimos dias" width="580" height="200" /></p>
<p>Privacidade. É a palavra-chave da maioria das notícias acerca do Facebook nos últimos dias. Mas não é a idéia-chave. Eu acredito que o que está realmente sendo testado aqui não são os limites da privacidade, mas a noção de agilidade &#8211; a habilidade de uma organização em implementar iterações rápidas em seus produtos e serviços, seja para melhor, seja para pior.</p>
<p>Desde sua concepção, o Facebook tem sido visto como a empresa da agilidade, demonstrando práticas às vezes associadas com o movimento &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Agile_software_development">agile software design</a>&#8221; (design ágil de software). Software ágil não é uma coisa nova, mas a idéia de um negócio tão influenciados como é o Facebook aplicando estes princípios de agilidade em sua plataforma (e talvez em seu modelo de negócio) é novo.<br />
<span id="more-479"></span></p>
<p>O padrão do Facebook se tornou algo cíclico. Esse burburinho recente sobre a privacidade é de algum modo apenas uma repetição do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Facebook_Beacon">Facebook Beacon</a> que foi introduzido e então rapidamente eliminou os conceitos de privacidade. No entanto, a plataforma cresce. O Facebook produziu uma plataforma social altamente viciante e constantemente envolvente que mantém os usuários voltando para mais, apesar de reclamações regulares sobre não apenas privacidade, mas a experiência do usuário propriamente dita. Se o Facebook fosse uma cidade, ele provavelmente seria minha cidade natal de Chicago, onde eles dizem &#8220;se você não gosta do tempo, espere 5 minutos.&#8221; Se você não gosta da última funcionalidade do Facebook, espere 5 minutos, ou dias ou semanas, mas não mais que isso, para que algumas significativas ou novas funcionalidades apareçam.</p>
<p>O próprio produtor (a plataforma) é praticamente em tempo real. Ele muda tão rápido que parece como se tudo fosse &#8220;beta&#8221;. Um dia você vai acessar sua conta e perceber um layout diferente, um novo botão, uma nova funcionalidade ou algumas totalmente novas integrações. No dia seguinte a companhia mudará inteiramente seu ecossistema social, abrindo seus gráficos sociais para terceiros.</p>
<p><a style="float: left; margin: 0 1em 1em 0;" href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/06/facebook.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-490" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" title="facebook" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/06/facebook.jpg" alt="Facebook é uma ferramenta em constante mudança." width="270" height="180" /></a>As companhias se tornando um caso de estudo de agilidade é algo que vale a pena assistir. Como Facebook tende a empurrar agressivamente, então retroceder baseado no <em>feedback</em> do usuário, a maior pergunta é nós como seres humanos queremos uma mudança cíclica sem fim? A resposta geralmente está na própria experiência. Quantas versões de software e hardware  a Apple empurrou? Por que o BlackBerry é um produto referido como um CrackBerry?</p>
<p>Se o Facebook pode manter a experiência viciante, nós como usuários rapidamente seguimos a mudança deles. A Agilidade do Facebook é diretamente ligada ao nosso vício. Onde plataformas como o MySpace são mais lentas, Facebook age em tempo real e nós os recompensamos por isso através de milhões de contas novas criadas. Estará isto funcionando dessa forma sustentável ao longo do tempo? Nós estamos prestes a descobrir.</p>
<p>Traduzi este artigo do original <a title="Link para o artigo &quot;Facebook Story is about Agility, not Privacy&quot;" href="http://blogs.hbr.org/cs/2010/06/why_facebook_is_pushing_agilit.html" target="_blank">Facebook Story is about Agility, not Privacy</a> escrito por David Armano, Vice-Presidente Sênior da <a href="http://www.edelmandigital.com/">Edelman Digital</a>.</p>
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		<title>Only The Brave, by DIESEL: Fotos de Produto</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 15:11:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagoricieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade]]></category>
		<category><![CDATA[brand]]></category>
		<category><![CDATA[conceito]]></category>
		<category><![CDATA[diesel]]></category>
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		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Nosso professor de fotografia nos passou dois trabalhos: escolher e fazer fotos de um perfume (mínimo três) e de moda, de qualquer marca a escolher. Eu e meus comparsas, Daniel Kendi (@danielkendi) e Gilberto Santiago (@gilsantiago), já fizemos a primeira foto, de produto, e escolhemos o famosíssimo Only The Brave, da DIESEL. Descobrimos que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/post.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-476" style="border:1px solid #ccc" title="post" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/post.jpg" alt="Fotos do perfume Only The Brave, da DIESEL para trabalho da faculdade" width="580" height="196" /></a></p>
<p>Nosso professor de fotografia nos passou dois trabalhos: escolher e fazer fotos de um perfume (mínimo três) e de moda, de qualquer marca a escolher.</p>
<p>Eu e meus comparsas, Daniel Kendi (<a title="Twitter do Daniel" href="http://twitter.com/danielkendi">@danielkendi</a>) e Gilberto Santiago (<a title="Twitter do Gilberto" href="http://twitter.com/gilsantiago">@gilsantiago</a>), já fizemos a primeira foto, de produto, e escolhemos o famosíssimo Only The Brave, da DIESEL.</p>
<p><span id="more-472"></span></p>
<p>Descobrimos que o próprio perfume já tinha três conceitos, de acordo com a posição do frasco, então fotografamos estes três conceitos de um único ângulo.</p>
<p>Depois de um pouco de tratamento, com a ajuda do Jonatan Xavier (<a title="Twitter do Jonatan" href="http://twitter.com/jonatanxavier">@jonatanxavier</a>), as fotos ficaram assim:</p>
<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/Courage.jpg"><img style="border: 1px solid #ccc;" title="Only The Brave: Courage" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/Courage.jpg" alt="Only The Brave: Courage" width="580" height="609" /></a></p>
<p>Only The Brave, conceito Coragem. O punho erguido.</p>
<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/Force.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-474" style="border: 1px solid #cccccc;" title="Force" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/Force.jpg" alt="Only The Brave: Force" width="580" height="609" /></a></p>
<p>Only The Brave, conceito Força. O punho em soco.</p>
<p><a href="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/Self-Afirmation.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-475" style="border: 1px solid #ccc;" title="Self-Afirmation" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/Self-Afirmation.jpg" alt="Only The Brave: Self-Afirmation" width="580" height="609" /></a></p>
<p>Only The Brave, conceito Auto-afirmação. O punho em posição de OK, afirmação.</p>
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		<title>Desenhos de Amigos</title>
		<link>http://thiagoricieri.com/blog/index.php/criatividade/desenhos-de-amigos/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 16:59:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagoricieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[amigos]]></category>
		<category><![CDATA[desenhos]]></category>
		<category><![CDATA[hobby]]></category>

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		<description><![CDATA[Há algum tempo eu desenho. Desde criança, quero dizer. Mas só o faço por hobby e quando faço, meus modelos são meus amigos. Resolvi postar hoje, para abrir o ano, os desenhos que fiz ano passado de quatro amigos, nem todos pertos, mas todos especiais. Ranieri Trecha, um grande companheiro que me ajudou em um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-465" title="post" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/02/post.jpg" alt="post" width="580" height="100" /></p>
<p>Há algum tempo eu desenho. Desde criança, quero dizer. Mas só o faço por hobby e quando faço, meus modelos são meus amigos. Resolvi postar hoje, para abrir o ano, os desenhos que fiz ano passado de quatro amigos, nem todos pertos, mas todos especiais.</p>
<p><span id="more-461"></span><br />
Ranieri Trecha, um grande companheiro que me ajudou em um projeto pessoal há algum tempo, no <a title="Fotolog.com" href="http://fotolog.com" target="_blank">Fotolog.com</a>.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-466" title="ranieri" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/02/ranieri.jpg" alt="ranieri" width="580" height="684" /></p>
<p>Ítalo Candeias, um amigo que conheci no <a href="http://fotolog.com" target="_blank">Fotolog.com</a> também, e que me fez dar boas risadas!</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-464" title="italo" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/02/italo.jpg" alt="italo" width="580" height="684" /></p>
<p>Helimara Brustolin, uma das poucas pessoas que mantenho contato, desde o Ensino Médio.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-463" title="helimara" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/02/helimara.jpg" alt="helimara" width="580" height="748" /></p>
<p>Alexandre Santos, um professor de inglês com uma personalidade muito forte e um grande amigo há dois anos já!</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-462" title="alexandre" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2010/02/alexandre.jpg" alt="alexandre" width="580" height="548" /></p>
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