Nova Era nos programas de fidelidade 04/10/2008 às 00h40
A cena não muda muito de uma empresa para outra: o cliente vai a uma farmácia ou a um supermercado e o máximo que ele ganha ao ser portador de um cartão de fidelidade é um misero desconto. A atratividade para o consumidor é zero. Para a empresa, o programa de fidelidade serve apenas para fazer com o que o cliente compre mais e para saber quais tipos de produtos consome.
Há exceções, claro, mas que não vão muito além de vantagens como “furar a fila” na hora de entrar no avião. Não surpreendem o cliente e não geram mais valor para a empresa. Utilizar a tecnologia alinhada com um bom planejamento estratégico e se apropriar dos modelos da web 2.0 é o caminho que a Accentiv vem percorrendo para mudar este cenário.
A empresa já trabalha na implementação de dois programas que prometem mudar a forma como os programas de fidelidade são feitos e, mais do que isso, como eles são aproveitados pela empresa. “Se você passa a monitorar o valor do cliente, você muda até a estratégia de uma organização inteira”, aponta Danilo Vasconcelos (foto), Head de Planejamento Estratégico da Accentiv’ Brasil.
Em entrevista ao Mundo do Marketing, Vasconcelos detalha como o uso da tecnologia pode forjar uma série de possibilidades dentro de programas simples, como o de pontos, e como eles podem ser mais atrativos para os clientes. “Uma farmácia, por exemplo, pode pontuar o cliente de forma diferenciada pela compra específica de uma linha de shampoos”, afirma.
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