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	<title>THIAGO RICIERI &#187; campanhas</title>
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		<title>Criação de Mitos na Publicidade</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 23:09:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagoricieri</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um trabalho em grupo que tive que fazer este semestre na Unicuritiba foi um estudo e apresentação sobre o sexto capítulo do livro &#8220;Criação de Mitos na Publicidade&#8221;, de Sal Randazzo, 1996. O sexto capítulo abre a terceira parte do livro, que trata da aplicação dos métodos estudados nas duas partes anteriores na prática. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-375" style="margin: 0 1em 0 0; float: left;" title="mito" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/mito.jpg" alt="mito" width="160" height="160" />Um trabalho em grupo que tive que fazer este semestre na Unicuritiba foi um estudo e apresentação sobre o sexto capítulo do livro &#8220;Criação de Mitos na Publicidade&#8221;, de Sal Randazzo, 1996. O sexto capítulo abre a terceira parte do livro, que trata da aplicação dos métodos estudados nas duas partes anteriores na prática. O início do processo não poderia ser mais obvio: coleta de informações, percepções e idéias. Descobre-se quem é o consumidor, qual é seu sistema de valores, por que ele usa determinados produtos ou serviços e o modo como os usa. O conjunto de todas estas informações culminam na definição da identidade da marca e auxiliam no esboço da personalidade da marca. No final de nosso estudo sobre o capítulo, expomos o contra-ponto entre a abordagem de Randozzo e o que está sendo feito atualmente pelos profissionais de publicidade, afinal o livro é antigo e muita coisa já foi produzida por outros especialistas na área, as quais decidimos levar em conta ao produzir o trabalho.</p>
<p>O trabalho aqui não é definitivo e convido você a juntar-se nesta conversa. Sinta-se a vontade para colaborar com a discussão: basta juntar-se ao blog (na caixa na barra lateral a esquerda) e entrar em contato comigo, para expor sua opinião.</p>
<p><span id="more-368"></span></p>
<p>Na opinião do autor, cada comercial, cada anúncio, deveria ser pensado como uma mitologia publicitária individual destinada a colaborar com a construção da mitologia global da marca. Concordamos com ele. Táticas para conseguir resultados a curto prazo são muito mais eficazes do que tentar empenhar um esforço publicitário no projeto. Isso porque o poder do profissional de publicidade, como descrito no segundo capítulo de seu livro, é equivalente ao xamã das culturas antigas, e dele estende a responsabilidade de propagar imagens mitológicas na sociedade contemporânea.<br />
Sendo assim, salvo todas as considerações acerca do assunto, o profissional de publicidade deve saber para quem está falando. Uma mensagem homogênea não é mais eficaz na atualidade e de fato traria apenas prejuízo. Quanto a traçar o perfil do consumidor da marca, Sal Randazzo parte do princípio mais genérico ao mais específico, baseando-se em três divergentes: Quem, Por quê e Como.</p>
<h2>Quem</h2>
<p>Em Quem, o autor expõe a necessidade de coleta primariamente dos dados demográficos do público-alvo. São eles homens ou mulheres? Qual sua faixa etária? De que faixa salarial dispõem? Outras tantas perguntas ajudam a definir quem consome a marca, mas não são suficientes. Se comparássemos o processo ao monstro de Frankeinstein, diríamos que os dados demográficos são analogamente equivalentes ao seu corpo. Sua consciência, assim que vivo, revela a necessidade de outra medida, qualitativa: os dados psicográficos.</p>
<p>Não mais uma fatia bem selecionada do mercado, chegamos a pergunta: qual o estilo de vida e valores do nosso público de consumidores? Bem como no romance Mary Shelley, o monstro ao ganhar vida estabelece-se de uma consciência humana e um modo de ver o mundo únicos. Esta consciência dita a diferença, por exemplo, de algumas pessoas com dinheiro suficiente para comprar carros de luxo nem sempre escolherem um Porsche.</p>
<p>Em um mergulho ainda mais profundo, numa abordagem etnográfica, podemos entender e perceber razões que pesquisas qualitativas em cima dos dados demográficos e psicográficos não revelariam. Um vídeo bem interessante sobre o assunto é este a seguir, que faz parte da campanha &#8220;Traga o Amor de Volta&#8221; (Bring Back the Love) da plataforma de publicidade da Microsoft. Nele, uma consumidora (Consumer) pede o divórcio para seu marido-anúnciante (Advertiser).</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="473" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/0-lftWIqKsU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="473" src="http://www.youtube.com/v/0-lftWIqKsU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-373" style="margin: 0 1em 0 0; float: left;" title="800px-hierarquia_das_necessidades_de_maslow" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/800px-hierarquia_das_necessidades_de_maslow-150x150.png" alt="800px-hierarquia_das_necessidades_de_maslow" width="150" height="150" />Ora, como poderia Victor Frankeinstein prever o comportamento de sua criatura sem ao menos ter passado um tempo ao seu lado, estudando seus comportamentos? Apenas ter uma idéia de como funciona a cadeia de valores dos consumidores não nos abastece de informações suficientemente valiosas para a criação de mitos duradouros.<br />
Até o momento, com as ferramentas apresentadas por Sal Randazzo, conseguimos criar uma segmentação do nosso público-alvo. Esse processo, quando abrange uma série de diferenças e similaridades e é ampliado em escala global, tem o nome de macrossegmentação. Há modelos construídos por grandes instituições, usados em grandes análises de mercado. Dentre os apresentados pelo autor, temos o modelo VALS, e sua mais recente versão, o VALS-2, e o modelo Prizm.</p>
<p><img class="size-thumbnail wp-image-374 alignright" style="margin: 0 1em 0 0; float: right;" title="VALS" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/VALS-150x150.png" alt="VALS" width="150" height="150" />O modelo VALS tem fundação na Hierarquia de Necessidades Humanas de Abraham Maslow e traz oito categorias na qual a população pode ser encaixada, de acordo com suas necessidades e recursos. O modelo Prizm recorre ao código postal americano e aos blocos resultantes do censo para segmentar geograficamente a população americana em quarenta diferentes categorias. Os modelos de macrossegmentação são bem elaborados e alguns publicitários chegam a confiar demasiado neles. Aliás, algumas agências até criaram seus próprios modelos. Mas o alerta aqui é que devemos usar estes de forma heurística, antes como complemento do que substituto do próprio julgamento.</p>
<p>Reunimos em nossa apresentação dois comerciais, muito interessantes por sinal, que nos mostram o poder de uma comunicação direcionada. Quando conhecemos nossos consumidores, podemos criar argumentos de vendas que atingem o emocional.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="473" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/kRWNHxcQVwI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="473" src="http://www.youtube.com/v/kRWNHxcQVwI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Neste exemplo que apresentamos em sala, homens usam de cachorros adoráveis para criar moral perante as mulheres. É a idéia de que &#8220;Homens nunca mudam&#8221; que direcionou este comercial focado no público masculino.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="361" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Fao8oEsKjPA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="361" src="http://www.youtube.com/v/Fao8oEsKjPA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Neste comercial, a Apple fala para os estudantes de faculdade. Usa-se de um fato comprovado (a popularidade de seus computadores entre esse público) para criar esse cômico diálogo da série &#8220;Get A Mac&#8221;.</p>
<h2>Por Quê</h2>
<p>O segundo passo na investigação sobre o consumidor é entender o motivo pelo qual ele usa o produto. Neste momento a palavra-chave é Por quê. Há formas bem diretas de fazer isso, indagando objetivamente o consumidor na procura por respostas. Mas&#8230; podemos mesmo confiar no que o consumidor fala?</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="361" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/nNOExDrsdbg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="361" src="http://www.youtube.com/v/nNOExDrsdbg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Nesta célebre citação, Doutor Gregory House, da série de TV americana House M. D., diz tudo. O consumidor via de regra usa de atributos físicos e benefícios do produto para responder este questionamento, ao passo que sua verdadeira razão, aquela mais oculta e emocional, permanece impronunciada.</p>
<p>Precisamos, portanto, nos enredar dentro do conjunto de crenças do consumidor, uma <strong>dinâ</strong><strong>mica desenvolvida</strong> por D’Arcy, Masius, Benton &amp; Bowles (DMB&amp;B), agência adquirida pela Publicis. Esta dinâmica é basicamente um brainstorm. Ela atua no nível do produto, razões racionais relacionadas ao produto, e no nível emocional, razões ocultas de se usar o produto. O pessoal envolvido, dentre clientes e publicitários, geram um mapa de crença, através do qual podemos compreender com mais clareza a razão que motiva o consumidor a utilizar o produto ou serviço em questão. Por exemplo, a revista Time passou por um momento em que precisava solucionar o problema de seus assinantes não estarem renovando a assinatura da revista. Percebeu-se, após pesquisa, que o porquê disso estava na falta de tempo das pessoas em lerem a Time. Através de uma campanha que demonstrava os benefícios do consumidor em aderir a assinatura da revista, que incluía argumentos racionais como aumento de conhecimento e mais capacidade de engajamento político, econômico e social contemporâneo, a agência encerrou com a seguinte frase de efeito: “Get a time for Time (Arrume um tempo para a Time)”.</p>
<p>Um exemplo interessante que também apresentamos em aula foi a campanha do Ambi Pur, produtor de desinfetantes sanitários, cujo tema era &#8220;Now that is an Eau de Toilette&#8221;. A campanha brinca inteligentemente com o trocadilho de Eau de Toilette para criar uma crença de que seu produto é mais ou tão cheiroso quanto as colônias e perfumes sedutores.</p>
<p><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-369" title="Ambi Pur 1" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/ambi-pur-burst-of-lavender-cornered-150x150.jpg" alt="Ambi Pur 1" width="150" height="150" /> <img class="alignnone size-thumbnail wp-image-370" title="Ambi Pur 2" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/ambi-pur-burst-of-lavender-hug-150x150.jpg" alt="Ambi Pur 2" width="150" height="150" /> <img class="alignnone size-thumbnail wp-image-371" title="Ambi Pur 3" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/ambi-pur-burst-of-lemon-calvin-150x150.jpg" alt="Ambi Pur 3" width="150" height="150" /> <img class="alignnone size-thumbnail wp-image-372" title="Ambi Pur 4" src="http://thiagoricieri.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/ambi-pur-burst-of-lemon-glove-150x150.jpg" alt="Ambi Pur 4" width="150" height="150" /></p>
<p>Um comercial que chamou nossa atenção e que segue uma linha contrária de todos os outros (a comédia) é o da Orange. Para divulgar seus serviços, a companhia explorou os diversos sentidos de uma mesma palavra.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="361" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/D-nXgY0DMmk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="361" src="http://www.youtube.com/v/D-nXgY0DMmk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h2>Como</h2>
<p>Dentre conhecer o perfil do consumidor e entender como funciona seus processos motivacionais de consumo, identificamos o último passo da investigação, segundo Randazzo o mais direto: entender Como o consumidor faz uso dos produtos ou serviços.</p>
<p>Sabe-se de alguns produtos, a exemplo da champagne, cujo ritual de uso é tão importante quanto a própria mitologia do produto em si. A champagne é um produto cuja mitologia trabalha direto no consciente do consumidor, diferentemente das sopas, de mitologia latente. O consumidor entende o ritual de servir uma champagne como um ritual de sedução. Salvo as devidas proporções da sociedade contemporânea, o modo como usa-se a champagne é amiúde atribuído ao evento do homem seduzindo uma mulher.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="473" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/UH5ZTvmHaIk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="473" src="http://www.youtube.com/v/UH5ZTvmHaIk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Este comercial da Apple traz um conceito novo na época em que ele foi lançado. Com o iPod as pessoas conseguiriam experimentar uma sensação totalmente diferente, de se mexer loucamente, com seu iPod, sem que a música parasse.</p>
<p>Agora, como mudar o comportamento das pessoas? Uma iniciativa da Volkswagen criou a Teoria da Diversão, na qual apenas lidando com a diversão podemos mudar o padrão de comportamento das pessoas para atingir um objetivo. No exemplo do vídeo a seguir, conseguiu-se que 66% das pessoas escolhessem subir por escadas ao invés da escada rolante, porque isso havia se tornado divertido.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="361" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/2lXh2n0aPyw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="361" src="http://www.youtube.com/v/2lXh2n0aPyw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Ainda sobre mudança de comportamento, citamos o comercial da Guinness, que se compara com o comercial do iPod, pois ensina o consumidor como beber a Guinness. Por causa dos atributos do produto, a cerveja depois de servida tem que permanecer estática para que forme-se a camada de espuma por cima. O comercial utiliza-se do velho ditado &#8220;boas coisas vem aqueles que esperam&#8221; para informar o consumidor de que ele tem que esperar o momento certo de beber a cerveja.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="473" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/zff9hVH3ptY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="473" src="http://www.youtube.com/v/zff9hVH3ptY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Outro exemplo sobre cerveja, a famosa Budweiser. A marca explora os cumprimentos sociais para colocar o uso da cerveja como um ato de saudação.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="473" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/lbT-8YztMYE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="473" src="http://www.youtube.com/v/lbT-8YztMYE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h2>Tendências Sociais e de Produto</h2>
<p>Quanto ao consumismo, Randazzo levanta uma idéia de tendências. Segundo ele, tendências sociais, mais abrangentes e seguidas por um grande segmento da população, muitas vezes ditam maneiras como as pessoas consumirão os produtos. Podemos exemplificar no conceito atual da vida saudável, que leva as pessoas a procurarem produtos (tênis, halteres, acessórios de exercícios) ou serviços (academias, consultórios de nutricionismo, escolas de natação) que não seriam naturalmente aderidos pelas mesmas, sem a intervenção da tendência. As tendências sociais, por sua vez, acabam por gerar muitas vezes tendências de produtos. Podemos perceber isso no mesmo exemplo, no momento em que a população passa a comprar dois tipos diferentes de calçados, ao menos: para o dia-a-dia e para os exercícios físicos. Contudo, algumas ocasiões percebemos tendências de produtos surgirem do nada e do nada desaparecerem. O autor cita no livro exemplos como os bambolês e os pet rocks. Cremos que podemos adicionar a lista os bichinhos virtuais, que foram mania há alguns anos no Brasil.</p>
<p>Citamos de exemplo a campanha do Doritos, que aproveitou-se da tendência de produto do Guitar Hero para criar um apelo emocional para seus consumidores comprarem salgadinhos da marca.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="361" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/QGp8xLqn910&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="361" src="http://www.youtube.com/v/QGp8xLqn910&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h2>BIP (Brand Identity Profile)</h2>
<p>Diante de tantos dados a serem considerados na coleta de informações e percepções acerca da marca e de seus consumidores, podemos utilizar uma técnica aplicada na avaliação do inventário perceptual da marca: O Brand Identity Profile (Perfil de Identidade da Marca). Nesta técnica, reunimos a imagética, as sensasções e as associações relacionadas a marca na mente do consumidor e questionamo-nos até que ponto cada um destes elementos denota a qualidade própria da marca. Esta análise tende a revelar quais são os elementos do inventário perceptual mais representativos da marca.</p>
<p>Em uma prática em sala de aula, pedimos que seis colegas fizessem o exercício de BIP sobre a marca Johnnie Walker. Em seguida, apresentamos o vídeo institucional que conta a história da marca.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="361" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ifRwILNmrOs&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="361" src="http://www.youtube.com/v/ifRwILNmrOs&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h2>O Contra-ponto</h2>
<p>Randazzo não traz em seu livro métodos engessados e pré-preparados, prontos para serem aplicados, mas deixa um espaço para o leitor processar e refletir sobre suas conclusões. Consideramos o sexto capítulo como uma rica fonte norteadora da pesquisa de mercado. Entretanto, na atualidade estamos nos dirigindo para uma outra era no consumismo na sociedade. Cremos que a abordagem de Sal Randazzo, não obstante ainda válida em certos aspectos, será substituída por uma outra, focada nas pessoas.</p>
<p>Esta nova era é abordada no vídeo a seguir, uma recente apresentação desenvolvida pela agência Leo Burnett. O momento agora é identificar um comportamento e criar propostas específicas que façam diferença de qualidade de vida das pessoas. As pessoas vivem num meio mais ativo e neste meio as marcas tem que pensar além das promessas e ads. Não descartamos por completo a necessidade de criação de uma mitologia de marca, mas ressaltamos que a publicidade tem que ser usada de um modo mais ativo e dinâmico. Buscamos o que a Leo Burnett entitula Human Brand Purpose, que trabalha para sanar um Human Behavior.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="473" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/-eOdDnZ17js&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="473" src="http://www.youtube.com/v/-eOdDnZ17js&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Vemos ainda a carência no livro de esclarecimentos sobre pesquisas em mercados que não existem ainda, ou seja, quando vem a tona uma nova categoria. Al e Laura Ries descrevem em seu livro A Origem das Marcas que as pesquisas de mercado, principalmente aplicadas em mercados de novas categorias, são duvidosas (2004, p. 3).</p>
<blockquote><p>Hoje, quatro de cada cinco marcas de cerveja mais vendidas são cervejas light. Antes do lançamento nacional da cerveja Lite nos Estados Unidos, em 1975, qual seria o benefício para a Miller Brewing em perguntar aos consumidores se eles comprariam uma cerveja diluída? Aliás, o lançamento da Gablinger’s, em 1967, teria respondido a essa pergunta com um ressonante não.</p></blockquote>
<p>Segundo estas abordagens e estudos mais recentes, acreditamos que o conceito de mitologia de marca e a pesquisa de mercado evoluíram num patamar em que há a necessidade de avaliar abordagens mais ativas, afim de engajar os consumidores no conceito global da marca.</p>
<h2>Últimas Palavras</h2>
<p>Este foi o estudo sobre o capítulo do livro, apresentado em aula. Planejo esmiuçar ainda os demais capítulos do livro, muito bons por sinal. A discussão deste capítulo, que levantei há pouco, estende-se no capítulo seguinte. Há muito o que discutir, mas isso é história para outro post.</p>
<p>Sinta-se a vontade para colaborar com a discussão: basta juntar-se ao blog (na caixa na barra lateral a esquerda) e entrar em contato comigo, para expor sua opinião. <img src='http://thiagoricieri.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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